Episode notes
O Zero Noção Podcast é um podcast de humor com histórias da vida real, narradas por Nanny Assis, sobre pessoas que passaram do limite e foram totalmente sem noção. Disponível nas principais plataformas de streaming de música. Mande a sua história para: [email protected] Fique tranquilo(a)! Todos os dados serão alterados para que você não seja identificado(a). Acompanhe o Zero Noção Podcast nas redes e fique por dentro das novidades: Instagram:https://www.instagram.com/zeronocaopodcast TikTok: https://www.tiktok.com/@zeronocaopodcast Threads:…
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Fala, meu povo sem noção, como vocês estão hoje? Eu trago aqui mais uma história de migrante sofredor envolvendo uma pessoa muito mau caráter. Então, espero que essa história sirva de alerta aí para quem está se programando para sair do Brasil ou para quem acabou de chegar em na Austrália ou em outro país e está procurando aí seu primeiro emprego. Mas antes de começar, por favor, me dá uma forcinha. Segue a gente lá no Instagram, arroba zero noção podcast, ouça a história na sua plataforma predileta e comenta aí para eu saber o que você achou. Se você se votou com a história, se você achou engraçado, eu quero saber tudo.
Então chega de enrolação e vamos contar a história do Léo. Hoje o Léo mudou para Austrália alguns anos e só para deixar registrado o pedido dele mesmo. Eu não mudei o país. Mas, óbvio, eu tô mantendo a identidade dele, todo o restante da história no anonimato. Então ele veio pra Austrália com a esposa dele pra fazer intercâmbio. E as primeiras coisas que você faz quando chega é o que você vai conhecer o lugar, você vai se encantar com tudo, ó, diz minha mãe. Ficar igual pinto no lixo, admirado com tanta beleza. E aí depois de alguns dias você já tem que começar a mexer o bumbum ali pra procurar um emprego, porque as contas não esperam.
Geralmente a gente já vem do Brasil com algumas semanas de aluguel pago, né? Foi o meu caso. Eu fiquei no Airbnb por 3 semanas e depois você tem que se virar para achar um trampo e encontrar um outro lugar para você morar. Com o Léo e a mulher dele não foi diferente. Eles vieram ali com algumas semanas de aluguel pago e precisavam urgente encontrar um emprego para pagar aluguel, comprar comida, enfim. E aí o Léo começou a pedir indicações na escola, né?
Para os brasileiros que ele IA conhecendo ali no dia a dia. Até que uma pessoa passou para ele o telefone de um cara que trabalhava com mudanças. Aquelas empresas que fazem tudo, sabe, buscam a mudança na sua casa, embalam os móveis desmontam, colocam na Casa Nova. Você não precisa se preocupar com nada. Então esse cara recrutava. As pessoas para trabalhar com ele. O Léo mandou mensagem e o cara que chamaremos aqui de fulaninho tava precisando de gente. E aí já no primeiro dia o Léo começou a trabalhar. Então esse cara ele prestava serviço para uma empresa maior, então a empresa maior ali recebia o pedido do cliente e sublocava esse trabalho.
Para o fulaninho e o fulaninho, por sua vez, contratava ali a mão de obra para trabalhar com ele. Então o Léo ali nem perguntou quanto que IA ganhar, nem nada. Só no final do dia, acabou descobrindo que o fulaninho IA pagar para ele o mínimo por hora. Mas ele tinha acabado de chegar. Não sabia ainda como funcionava o mercado, nem quanto se ganhava por hora ainda nessa profissão. Porque aqui, gente, a gente ganha por hora. Então, geralmente serviços que demandam mais do seu físico pagam mais. Mas o Léo não sabia disso ainda.
E a real é que ele só precisava de um emprego naquele momento, então qualquer coisa tava valendo. O time ali era composto então por 3 pessoas agora, né? O Léo, o fulaninho. E um outro cara que a gente vai chamar aqui de puxa saco porque pensa num cara, baba ovo. E que tudo que o flaninho dizia ele falava a mim. E às vezes IA também um outro cara. Mas o cara vinha esporadicamente só para ajudar em serviços maiores mesmo. Vamos chamar esse cara aqui de Lino? Esse era um trabalho casual.
E nesse caso, então, só quando o cara precisava mesmo é que ele chamava o Léo. O Léo me disse que trabalhava a maioria dos dias da semana, mas tinha alguns dias ali que o cara deixava ele em casa, não precisava dele, então ficava em casa e funcionava basicamente assim. Haviam 2 modalidades de serviço, uma era de preço fixo e a outra era preço por hora. A modalidade de preço fixo, o cliente pagava ali no preço x, então independente de quanto tempo fosse levar a mudança, o preço era o mesmo.
E então aqui o fulaninho queria que eles corressem muito para compensar financeiramente para ele e gente movel pesado com correria. O resultado é da merda, né? Imagina. Já na modalidade de preço, por hora, o fulaninho queria mais que eles enrolassem para que o cliente pagasse mais caro. Então só por aí vocês já tirem suas conclusões do caráter desse cara, né? Enfim, vamos continuar. O Leo sentia no fulaninho um arte, superioridade e arrogância.
Ele dizia que já tinha servido o exército no Brasil e, além de querer ensinar o trabalho, ele queria meio que doutrinar quem trabalhava para ele. Então ele dava ali lições de vida. Sabe aquele cara que acha que já viveu muito e tem muito para ensinar? Aquele que sabe tudo sobre a vida, que fala demais e que acha que a verdade dele é absoluta? Este PIN, mas o leva era esperto. E ele viu logo que era uma forma de manipulação ali da parte do fulaninho.
Mas gente, dane, se o Léo estava para trabalhar e ganhar dinheiro, só um exemplo das coisas que o fulaninho falava que vai fazer bastante sentido lá na frente. Fulaninho falava que um cara x já tinha trabalhado Pra Ele e que tinha danificado um móvel. E que o cara no final teve que pagar do próprio bolso o conserto. Então, quer dizer, o cara tem uma empresa, ele contrata mão de obra e, no final, quem tem que arcar com qualquer prejuízo é o peon. Tudo bem que a pessoa está prestando um serviço para o fulaninho, mas o risco do negócio, quem tem contrato com a empresa maior é quem?
O fulaninho, né? Enfim, guardem essas informações, porque elas vão fazer muito sentido lá na frente. Fulaninho também falava muito mal dos outros brasileiros ali da cidade, de desavenças que ele já tinha tido contra as pessoas. Mas, por outro lado, ele era um cara muito ativo nos grupos de Facebook e WhatsApp. Sabe aquele cara que posta todo dia? Bom dia, Bora para cima. AI, gente, odeio esse tipo de gente. Aquele cara que tudo sabe que ele tá sempre disposto a ajudar alguém, manda uma mensagem lá, a gente já corre para responder. Enfim, fulaninho começou a pedir para o Léo faltar na escola. Pra trabalhar até mais tarde.
E gente, a Austrália é muito rígida com essa questão dos estudos. Você vem pro país pra estudar? Você tem. Você pode trabalhar por lei, porém o foco maior, o objetivo ali são os estudos. Então se você falta muito, a escola pode denunciar pro governo e aí você é convidada a se retirar. As regras aqui são muito claras. A mulher do Léo ficou muito brava porque onde já se viu, né? Ela já começou a ficar com a pulga atrás da orelha com esse cara e ela começou a dizer pro Léo arranjar outro emprego, porque ela sentia ali que alguma coisa não tava certa no trabalho.
O Léo começou a reparar que o fulaninho gente pegava as coisas dos clientes. Ele roubava, ele não podia ver nada de valor dando sopa, já pegava Pra Ele e o Léo, disse. Aqui as coisas são tão baratas, a pessoa tem condição de comprar, mas ela prefere roubar. Gente, moeda ele e o puxa saco. Roubavam moedas, eles reviravam tudo e. Toda moeda que eles encontravam, eles pegavam para eles. É muita falta de caráter. Aí o Léo falou que no final do dia eles ficavam se gabando porque fizeram 20, 30 USD só em moeda. Moeda é essa do cliente.
Enquanto isso, na escola, o Léo estava fazendo amizades e as pessoas sempre perguntavam com quem que ele estava trabalhando e tal. E quando Léo dizia que era com o fulaninho, o pessoal torcia o nariz e dizia. Vixe, esse cara aí é problemático. E eles davam exemplos do caráter duvidoso do cara. Diziam que as pessoas que alugavam carro, carro, casa com ele, ele não devolveu caução. O cara tinha uma péssima fama com os brasileiros em geral. Vendo tudo isso acontecer e o cara querendo que ele faltasse na escola, o pessoal falando mal, ele roubando na casa dos clientes.
O Léo, que tinha começado apenas algumas semanas, começou a pensar em vazar. Fora que a mulher do Léo estava pressionando ele a procurar outra coisa. Ela nem sabia da história toda. Léo escondia algumas coisas dela ali para não preocupar. Mas ela já estava sacando que tinha alguma coisa errada. Só que ele tinha que fazer isso de uma forma que ele não saísse brigado com o fulaninho, pra que ele recebesse ali, né? Os dias que ele tinha trabalhado. E assim, ele não queria nenhuma desavença, ele não queria nenhuma briga com esse cara.
E lembra que eu disse que o trabalho não era todos os dias então? Só que os dias que ele deixava o Léo em casa, ele falava pro Léo ficar em stand by. Ou seja, esperar que se ao longo do dia ele precisasse, ele IA chamar o Léo para trabalhar. Então, quer dizer, Léo tinha que ficar ali, à disposição do bonitão. Não podia resolver suas, seus problemas, suas coisas no seu dia de folga. Tinha que ficar. A mercê do cara. A gente, me poupe aí.
Em um desses dias de folga, o Leo já IA sair com a esposa dele e o telefone tocou primeiro era o puxa saco dizendo que o fulaninho precisava dele. O Leo falou que não poderia ir naquele dia e eles desligaram. Passou alguns minutos e o telefone tocou de novo. Adivinha? Era o fulaninho todo nervosinho. Preciso de você agora, vem para cá já. A mulher do Léo ficou possessa e deu um ultimato nele. Você vai sair desse emprego, esse cara não manda em você? Para evitar conflito.
O Léo foi. Levou um tempo para chegar, porque a casa era longe. E aí chegou lá. O fulaninho ainda ficou nervoso, falando que ele tinha demorado para chegar. E aí ele falou assim. Se eu ligar, preciso que você venha na hora. Léo virou Pra Ele e falou que ele não pode ficar inteira disposição, que na próxima vez ele tinha que avisar um dia antes se ele IA precisar, mas ele já sabia que não, que não IA ter uma próxima vez, porque ele já estava se movimentando pra sair. Então nesse dia o Léo é demonstrou Pra Ele ali que não gostou do jeito que ele falou.
O fulaninho até ficou tentando apaziguar a situação, mas Léo ignorou. Nesse dia, o Léo fez super amizade com o cliente e o cliente falou que gostava muito de tocar violão. O Léo falou que também gostava e nesse dia o Léo avisou fulaninho que IA ter que ir embora mais cedo porque tinha que ir para escola. E aí no outro dia, eles continuaram fazendo a mudança desse mesmo cliente. E o cliente falou que tinha deixado um violão para o Léo com o fulanin, já que o Léo tinha ido embora mais cedo, né? Guardem essa informação aqui também. No outro dia, o fulaninho tinha uma viagem marcada e deixou aquele cara que esporadicamente, aquele que eu chamei de Lino. Responsável por dirigir o caminhão e ajudar o Léo e o puxa saco com os trabalhos enquanto ele estivesse fora. Acontece que eram todos trabalhos na modalidade de preço fixo, que eu comentei que eles tinham que ficar correndo para que o fulaninho lucrasse o máximo e pagasse o mínimo para eles.
Pelo menos para o Léo, né? O Léo não sabia quantos os outros ganhavam. O Léo odiava esse preço fixo. Ele sabia que 1 hora IA andar ruim. E esses 3 dias, gente, foram péssimos. Foi muita correria, o puxa saco e o Lino ficavam acelerando o Léo tratando os objetos dos clientes como se não fosse nada, manuseando de qualquer jeito. Os clientes ficaram claramente insatisfeitos, e com razão, né? O Léo tentou fazer da melhor forma ali, mas gente era muita pressão.
Enfim, passou. E quando fulaninho voltou, comentou que os clientes reclamaram do serviço e que alguns objetos tinham sido danificados, mas que ele IA resolver na semana seguinte. O Léo só tava esperando o momento exato pra sair. Então ele aproveitou um dia que o fulaninho falou que não IA precisar dele e mandou uma mensagem dizendo que ele tinha conseguido outro emprego, que ele poderia arranjar outra pessoa. O fulaninho aceitou de boa na hora, nem questionou, porém, o que acontece. Ele tava devendo pro Léo mais de 1000 USD da semana anterior, porque aqui é assim, a gente recebe por semana, então você vai lá, trabalha.
Vai de segunda a sexta ou de segunda a quinta e recebe na semana seguinte. Então, chegou o dia do pagamento. Ele pagou metade do valor para o Léo e disse que depois acertava o restante. O Léo não desconfiou de nada porque já era uma prática dele. Na semana seguinte, ele ligou para o Léo dizendo que teve que acionar o seguro dele. Por conta dos problemas que tinha dado nos trabalhos lá de preço fixo que o Léo tinha feito com os outros meninos, ele disse que os móveis tinham sido danificados e que ele IA ter que dividir o valor pelos 3, né?
O Léo puxa saco e o Lino e que IA ficar 700 USD pra cada um. Ou seja, ele IA reter os 500 USD que já devia pro Léo e ele queria que o Léo pagasse +200 dólares. Aí pensa na situação do Léo, que tinha acabado de chegar. Estava sem grana, sem trabalho, estava contando com o salário da semana, inclusive para pagar o aluguel. E aí ele comentou com a mulher o que aconteceu e ela ficou muito brava e disse que ele não IA pagar nada. Mas o Léo estava disposto a pagar, só que ele pediu para o cara. Comprovações de que realmente ele tinha acionado o seguro dele para que ele soubesse ele de fato, que aquela história era verdadeira, né?
Justo o fulaninho ficou super bravo e começou a fazer terrorismo na vida do Léo. Ligava para ele constantemente, mandava mensagem ofendendo, falando que ele não era homem. Mas o Léo se manteve firme. Eu só pago quando você me apresentar provas. Nisso, ele mandou um e-mail pro Leo, muito estranho, com papel preenchido à mão. Vejam bem, a mão com o valor da suposta franquia do seguro dele. Cadê o documento formal, né, cara? Não tinha. E gente, o fulaninho tava infernizando a vida do Leo, que, coitado, só queria resolver aquilo logo e se livrar do cara. Mas a mulher dele disse.
Você não deve nada pra esse cara. Você não vai pagar. Quem deve alguém aqui é ele. Nisso o Léo comentou a situação com o pessoal da escola e a galera começou a agitar, falando Pra Ele jogar no grupo E expor o cara. Mas o Léo não queria fazer isso. Ele tava com medo de se queimar, tinha acabado de chegar, imagina? Então, ele teve uma ideia. Vou jogar no grupo A situação que eu tô passando, mas não vou citar nomes. Então ele colocou lá que tava trabalhando pra uma pessoa que resolveu sair e agora a pessoa queria que ele pagasse por um suposto prejuízo e que ele tava pedindo provas e o cara não trazia as provas e ainda tava perseguindo e coagindo ele. E estava ali somente pedindo por conselhos. Vejam, ele não citou nomes.
Nisso, várias pessoas começaram a comentar que já imaginavam quem era, que o cara era assim mesmo. Esse era o jeito que ele agia, com quem acabava de chegar. E gente, o grupo virou uma confusão. Inclusive, uma moça veio falar com o Leo, dizendo que ela já tinha morado com o cara e que ele era extremamente problemático. Ela teve até que expulsar ele da casa. Aí o fulaninho ficou desesperado. Imagina, a reputação dele ali estava sendo colocado em xeque e ele começou a mandar a mensagem desesperada pro Leo. Reparem.
Eu vou te desmascarar para todo mundo. Desmascarar o que, né? O Léo começou a ignorar total, bloqueou ele de tudo. O fulaninho não aguentou e se entregou no grupo dizendo que ele estava sofrendo uma injustiça. Mandava carinha de choro, que ele era uma pessoa honesta e que IA lutar pela reputação dele. E disse mais. Esse moleque destruiu a casa do cliente, deu mais de 20000 USD de prejuízo e agora tá querendo manchar minha imagem? Aí o barraco tava armado, já que ele mostrou que as asinhas, né? Mostrou quem ele era.
A galera caiu em peso em cima dele, discutindo. Falando para ele pagar o que devia para o Léo e parar de ser mau caráter. Enfim, muitas tretas. E o Léo nessa altura parou de acompanhar o grupo porque ele tava muito desgastado já com essa história. Mas assim já tava decidido que ele não IA pagar nada. E tava mais que provado que o cara era um pilantra, né? E gente, o cara perdeu totalmente a linha, falou que nunca mais o Léo IA conseguir trabalhar na área, ele IA queimar o Léo pra todo mundo. Isso tudo no grupo, tá?
O Léo já tinha bloqueado ele em tudo, os administradores do grupo, todos do lado do Léo, inclusive se oferecendo pra ir com ele na delegacia denunciar o fulaninho por perseguição e ameaça. O que certamente prejudicaria o visto dele, né? Mas o Léo não quis e eu não tiro a razão dele não. A gente nunca sabe que as outras pessoas são capazes. Ainda mais um louco desse, né? Enfim, depois de muita briga no grupo E de ter sido ameaçado de ser denunciado na polícia, o fulaninho começou a querer fazer as pazes com o Léo. Olha só, chamou o Léo pra almoçar, disse que perdoava os 200 USD.
Óbvio que o Léo não queria nem saber desse cara. E aí achando que IA recuperar a reputação que ele achava que ainda tinha um dia o fulaninho manda lá no grupo que tudo tinha sido resolvido, que já tava tudo certo entre eles. Certo? O que, né, gente? Ele reteu os 500 USD do menino. E entre aspas, perdoou a tal da dívida que o Léo tinha com ele. AI gente, que ótimo. E aí o cara começou a postar todo Santo dia foto dele com a equipe, foto com cliente, sempre com legendinha dizendo.
Olha como eu sou trabalhador, como eu sou maravilhoso. Ninguém. Absolutamente ninguém perguntando, e ele lá? Se. Eu fosse administradora desse grupo. Na primeira mensagem, eu já excluí ele e já IA deixar avisado. Aqui não tem espaço pra pessoa sem caráter. Ele mandava essas mensagens todo Santo dia, ninguém aguentava mais. Até que um dia ele mandou a seguinte mensagem. Estou criando um grupo para homens de negócio para fazer conexões, compartilhar o dia a dia, fazer parcerias e alertar sobre pessoas problemáticas que não devem ser contratadas.
Ou seja, ele tava criando ali uma lista negra. Aí finalmente, né? Resolveram tirar ele do grupo. Ele foi banido desse e de vários outros grupos de brasileiro. Gente, percebem que o cara mesmo se queimou sozinho? Ele foi tão burro que se entregou pra todo mundo. E por ficar tentando recuperar a reputação que só existia na cabeça dele, porque só quem tinha acabado de chegar não conhecia quem ele era. O resto todo mundo já sabia. E assim aqui a gente traz histórias de pessoas sem noção, mas falta de caráter atravessa e muito a linha de ser sem noção, né? Eu quis trazer essa história para vocês aqui como forma de alerta.
Quando você chega em outro país, você fica mais vulnerável. Então tomem cuidado com as pessoas que vocês se envolvem, tanto no âmbito profissional quanto nas relações de amizade também. Sempre perguntem, se informem com as outras pessoas, porque não é porque é brasileiro que saiu do país que a pessoa presta. Então tomem cuidado, pesquisem, perguntem pra evitar cair em cilado. E uma coisa que eu esqueci de falar foi sobre o violão. Lembra do violão que.
O cliente tinha deixado com fulaninho pra entregar pro Léo, então o cara também passou a mão no violão. O Léo chegou a cobrar o fulaninho, mas ele ele falou que era dele, entrou no caminhão dele. É dele, gente. Olha, eu vou deixar os comentários pra vocês, porque. É melhor eu não dizer aqui o que eu acho. Então essa foi a história do nosso amigo Léo, ele tá super bem hoje. Essa história aqui já tem alguns anos, ficou Pra Ele a lição.
E ele e a mulher nunca deixa essa história morrer, porque sempre que eles conhecem alguém que acabou de chegar, eles prestam esse serviço de contar essa história. Então, me contem, vocês já esbarraram em algum fulaninho na vida de vocês? Me manda sua história no zero noção [email protected]. Nosso encontro está marcado para próxima quarta-feira. Cuidado com as pessoas que vocês se envolvem. Até mais beijo.
Transcript supplied by the publisher with the episode.
Podcast
Zero Noção Podcast
Nanny Assis · Stories · Portuguese
Bem-vindos ao Zero Noção, o podcast feito para quem já agiu de forma 'sem noção' ou foi a vítima de um. Aqui, a gente conta e comenta as piores (e melhores!) histórias de gente que perdeu a noção da vida. Seja no trabalho, na família ou naquele rolê com os amigos. Mande a sua história e venha se div
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