Episode notes
Bem vindos ao podcast “Fala aí mona!” Um spinoff das histórias mais malucas do TikTok, agora também em áudio toda quarta feira! ASSINE o conteúdo exclusivo para assinantes em https://apoia.se/falaaimona ASSINE o conteúdo exclusivo no tiktok em https://vt.tiktok.com/ZSHKmnbdrV2Wy-fjLhX/ Comente as histórias no grupo do Telegram https://t.me/falaaimona Mande sua história para [email protected]
Transcript
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Perceba aí, Evair, petulância desse cavalo, primeiro sinal que Jesus deu a Jonas, não, não, não, não, não. Lá em Isaías, na página 37, para mim é não, isso eu não te odeia, minha filha. Ei, Money, como é que vocês estão bem vindos? A mais uma história semanal aqui no nosso querido podcast gratuito. Como é que vocês estão? Bom, chegamos aqui hoje. Pra contar a história da Luiza aqui, que tem um fetiche em dinossauros. Ao longo da história, vocês vão entender o porquê que a gente tá chamando de fetiche em dinossauros. Tem vários tipos de fetiche, né, gente? As pessoas são estranhas mesmo, mas vocês já vão entender o Rolo aí da Luiza com os dinossauros.
Mas antes da gente começar o episódio, nossos recadinhos, né? Na descrição desse episódio aqui e aqui do podcast tem links para você se tornar apoiador lá no apoia.se barra. Fala aí, Mona, nosso Clubinho de assinantes para apoiadores, vocês recebem histórias todos os dias lá exclusivas, tá em áudio e vídeo. E agora a gente tem na sexta-feira também a nossa sexta-feira temática com 3 histórias. E é isso, tá? O Clubinho tá babado. E você também pode participar de maneira gratuita do nosso grupo do Telegram o fala aí, Mona.
Que tá aberto todos os dias pra você poder comentar as histórias. Você bota lá a hashtag, o nome da história e dá sua opiniãozinha, seus 10 centavos de opinião, tá bom, é isso? Então gente, acessa lá, tem link também pro clube de assinantes do TikTok, tá? Que é na aba inscritos lá, tá tudo aqui na descrição. Vamos entender aqui qual é desses dinossauros, então vamos. Oi pá, tudo bom? Eu queria agradecer pelos seus vídeos, cara, ele tem me salvado nas últimas semanas eu ouço você para tudo, meu nome é Louise e eu vim te contar uma história atual da minha vida, mas que começa há 3 anos.
Gostaria muito da sua opinião e das suas seguidoras, tá? Tudo começa em junho de 2023, quando eu conheci o meu ex marido, nos conhecemos através do Instagram de um amigo em comum e na época eu tinha acabado de completar 18 anos e ele estava no auge dos seus 45 divônicos. No começo eu tive um certo receio, eu nunca tinha me envolvido com um homem com uma diferença tão grande de idade, né? Mas eu sempre tive um fetiche por homens mais velhos, eu confesso.
Aquele nosso amigo em comum você já sabe, né? No passado, trocamos alguns beijos e tivemos um sexo casual, mas nunca tivemos um relacionamento. Quando ele contou a esse colega que tinha me conhecido, o mesmo, fez questão de dizer que já tinha ficado comigo. Mesmo assim, ele insistiu e não se importou e vivia me chamando para conhecê lo. Até aqui, em um domingo à tarde, ele me convidou para andar de moto e irmos até uma cidade. Aí gente x eu, com meu vestido novo no guarda roupa e um sonho de conhecer a Serra, fui, o encontro foi terrível, eram 2 horas de estrada e mal trocamos palavras antes de eu aceitar subir na garupa dele. O dia tava frio e eu de vestido longo e Salto a 150 km em uma moto, minhas pernas tremiam de dor. Ele percebeu e não fomos até a cidade que ele pretendia me levar.
Paramos na Serra para tomar um café. Ele foi gentil, foi educado, pagou nosso café, me respeitou e conversamos um pouco, inclusive me contou o que esse amigo, colega de trabalho dele, havia dito horrores de mim e do que nós tínhamos feito. Eu achei desnecessário para um primeiro encontro, mas ignorei, ele me levou para casa e continuamos trocando mensagens. Poucos dias depois, me convidou para tomar um vinho na casa dele. Eu aceitei, ele me buscou, já que morávamos no mesmo bairro.
Bebemos, assistimos um filme e dormimos juntos. Na manhã seguinte, ele me acordou com café na cama e um Belo sorriso sentou na beira do colchão e começamos a conversar, até que o assunto se estendeu pra ex namoradas e tal, e ele achou que era uma ótima ideia dizer que todas elas eram loucas. Bom, ali pra mim já foi o primeiro sinal que Jesus deu as Jonas, né Paloma? Eu sei, mas com o tempo livre, sem trabalho pesado, quem não quer se iludir, né? Eu achei que tivesse encontrado um cara bacana, tranquilo. Ele me pediu em namoro quando completamos um mês que a gente se conhecia e eu aceitei.
O Jurandir tinha 3 filhos, todos mais velhos que eu, graças ao bom pai, ele era vasectomizado, jogou 3 em campo e decidiu parar por ali. Eu conheci os seus filhos e a sua mãe no mesmo dia, fui tratada muito bem por todos durante a nossa relação. A minha sogra era maravilhosa, uma segunda mãe, a família inteira me acolheu, eu amo todos como se fossem na minha própria família e a minha família também o acolheu e aceitou muito bem a nossa relação.
Com 3 meses eu fui morar com ele. Eu gostava do estilo de vida dele, tinha acabado de começar um trabalho novo, estava disposta a tentar, sabe? Mas não demorou muito para as brigas começarem. Ele vivia procurando o perfil das reis nas redes sociais e não era uma só, eram todas demonstravam um ciúme doentio que com o passar dos anos, só piorou. Ele era o que chamamos de narcisista, eu apontava os seus erros e ele revertia a história, me culpava e fazia com que eu pedisse desculpas e eu, boba, pedia.
Era do tipo que achava que o mundo girava em torno dele, criticava tudo e todos, e para ele, tudo era inveja ou macumba que alguém tinha feito. Nossa, AI o macho com a síndrome de protagonista. Me dá uma preguiça, Paloma. Eu tive muitos gatilhos ainda no início, mas eu relevei porque levávamos uma vida leve, sabe? Sempre na rua, com amigos, ele me apresentou algo pelo qual sempre serei grata, o mundo das motos. Me encantei, conhecíamos lugares novos, fazíamos amizade, curtíamos rolês noturnos com a galera do motociclismo e aos 19 anos, eu ganhei minha primeira moto dele, não da minha avó, que me deu a carteira e o valor para que eu escolhesse uma. Como passávamos por dificuldades financeiras, ajudei com o valor e comprei a minha moto.
Ele havia vendido a dele pelos mesmos motivos e na época eu estava desempregada e só ele trabalhava para sustentar nós 2. Gastávamos à toa mesmo, sabe? A gente não ganhava bem, comíamos fora, conhecíamos lugares e isso acumulou dívidas, gerando ainda mais brigas. E com o tempo, o entretenimento favorito dele passou a ser assistir filmes, me deixando de lado, sem sair de casa, exceto pra trabalhar. A atenção dele mudou, não me acariciava mais e quando fazia, parecia forçado, sem sentimentos, sabe?
E falou isso me matava por dentro e aí eu também fui perdendo sentimentos, mas o que que eu IA fazer? 19 anos sem casa, sem dinheiro para o aluguel e voltar para casa da minha família, onde todos moravam juntos, não era uma opção que eu queria. Em parceria e apoio prático. Ele sempre foi presente, nunca deixou de me buscar no trabalho, me levava quando podia, lembrava do que eu gostava, me dava pequenas coisas, mas o principal atenção e carinho genuíno já não existia. Brigávamos muito, mas sempre voltávamos. Nunca saí de casa e nenhuma briga, nem ele. Quando era mais grave, ficávamos dias sem nos falar, mas continuávamos ali.
No final de 2025 já era muito desgastado. As brigas eram frequentes, não saíamos mais e viramos assunto entre colegas de trabalho dele, o chamavam de corno e coisas piores. Por eu ser jovem, muitos acreditavam que eu traía ele e Paloma. Eu nunca traí. Ele dizia que eu o trocaria por um homem mais jovem, com mais dinheiro e disposição. E eu achava um saco ouvir isso enquanto suportava tudo. Ele não fazia nada para melhorar, pelo contrário, sempre encontrava algo para te criticar.
Bom, sou magrinha, gosto de calças, arde legging, calça MAM, porque dão mais volume e combinam com meu estilo. Ele criticava e dizia que eram calças de homem e que me preferia de legging. Eu ficava magoada, mesmo saindo como queria, sentia que o mundo me via como ele me via pequena e escondida, quando na verdade não era nada disso. Paulo, mas eu sou linda, eu tenho muito mais qualidade do que a minha aparência. Física e no final daquele ano eu percebi isso. A reviravolta começou quando eu consegui um emprego, não esperei muito, voltei pra casa da minha mãe, larguei tudo, já nos desentendíamos por redes sociais porque ele gostava de assistir outras mulheres, motivo constante de briga. Em vez de terminar antes, eu tinha decidido ficar e acolher a insegurança que ele plantou em mim. Quando decidi separar, não foi fácil, mas eu fui com coragem, eu já não tinha mais Nada a Perder, minha moto quebrou em uma viagem longa que fizemos, está no concerto até hoje. Um ano depois, nunca tive condições de tirá la e ele nunca fez questão.
Voltei pra casa da minha mãe pra conseguir juntar um dinheiro e buscá lo de volta com ele. Nunca sobrava nada. E aí a gente chega em 2026, menos de 1 mês após a separação, eu conheci o João, meu atual namorado. Nos conhecemos pelo Instagram, sem intenção de relacionamento. Eu só queria beijar na boca e saber como era conhecer alguém novo. Conversamos por quase um mês até sairmos. Nossa conversa era leve, gostosa, descobrimos que temos muito em comum.
Poucas semanas depois do primeiro encontro, ele me pediu em namoro. Desde então a gente não se desgrudou mais, ele acorda me enchendo de beijo, a linguagem de amor dele é toque físico, é apaixonado por motos, tem 31 anos e nós somos até do mesmo signo. Já fizemos coisas incríveis juntos, como acordar 3 da manhã para ver o nascer do sol a 150 km de casa, fazer café lá em cima foi mágico. Ele me deixa à vontade para ser quem eu sou, sou feliz do lado dele.
Mas nada é perfeito, né? Descobri que meses antes de me conhecer, ele morava com a ex. Após 3 anos juntos terminaram, ela o traiu, ele não é procurado Por Ela e ela nunca nos incomodou. Mas eu fico pensando, será que ele sente falta? Um dia ele me emprestou uma jaqueta feminina que combinava com a dele, ficou perfeita em mim, só que era dela. Ele já comentou que se pergunta como alguém pode ser ingrato quando você tira a pessoa Do Nada e dá tudo a ela? E isso me deu um puta gatilho.
Ele também disse que antes de me conhecer tava conhecendo outra menina, mas a ex fez amizade com ela e aí eu fico pensando, por quê? Ela queria alertar, contar alguma coisa que eu não sei. Bom, ultimamente temos conversado sobre filhos e no começo eu adorei a ideia, temos uma vida estável e nenhum é pai. Mas eu comecei a reparar que ele não faz tarefas básicas em casa, não lava-louça, tem máquina de lavar, mas prefere lavar roupa pra mãe, sabe que mora a 100 km?
Ele leva a roupa dele pra lavar a 100 km, é o que bom. Será que essas pequenas coisas que a ex tentou avisar pra essa menina que ele se envolveu? No geral ele é amoroso, parceiro, me faz sentir segura, mas eu penso a longo prazo, certos costumes podem me desagradar no início, ignoramos coisas pra tentar ser felizes no momento, né? Então eu fico com essa dúvida, será que eu termino? Procuro a ex pra saber, tô vendo defeito demais? No geral me sinto satisfeito e feliz, mas depois de uma relação conturbada, Paloma, eu fico reciosa, é isso?
Obrigada por ler meu relato, sou fã da sua personalidade e opiniões, é isso. Bom, o fetiche dela em dinossauro a gente já viu, porque o este é 45, esse tem 31 só por Deus, né, amiga? Que fetiche esquisito. Eu nunca vou entender uma pessoa que gosta de gente velha, mas vamos lá, eu tenho 37, né? Vamos lá, se liga, olha, eu não não gosto, não gosto de adulto disfuncionais. Luiza odiei seu Waze, achei ele um babacão, que bom que terminou, deu tudo errado, que bom.
Agora esse seu atual AI fofinho, AI OOOA linguagem de amor dele é o toque físico. Ele adora beijar quando acorda, mas assim não Lava uma louça, sabe? Adora beijar na boca quando acorda, mas leva a roupa pra mãe lavar a 100 km dele. Então assim, amiga, é não né? É não. Essas coisas mostram pra gente muito de como vai ser essa relação quando ela se firmar, amiga. Isso aqui dá um BO, minha filha, isso aqui dá uma dor de cabeça que você não tá entendendo, mas assim é muita dor de cabeça, você tá entendendo?
É muita dor de cabeça. Isso aqui não tem possibilidade de dar certo, só que aí é aquilo, né? No começo a gente vai deixando, a gente vai deixando e tal, e aí quando vê já deu merda, será que vale a pena? Tem que ver se vale a pena. Eu já acho que não, mas daí vai de você. Eu acho que é melhor você cortar o mal pela raiz e já terminar agora do que continuar um relacionamento que lá na frente você vai virar a mãe da relação ao invés de estar levando a roupa pra mãe lavar a roupa.
Quem vai lavar é você. E aí você vai se ver jovem com um cara que é, sei lá, 20 anos mais velho que você, é isso? É, ele tem, você tem 19, né, 20, sei lá, ele tem 31, não é? 11 anos mais velho, meu Deus, eu sou muito burra mesmo, mas é tipo assim, dando trabalho, amiga, aí você vai mingra a vida de um homem desse, sabe? Aí você está criando a criança e o pai da criança, a amiga, não dá não, para mim é não, para mim é, não tem certo esse tipo de coisa, amiga, que quando a gente já percebe os sinais de alerta, a gente corta, sabe, porque tem uma coisa também que eu sou super contra.
É essa questão das pessoas quererem AI, sabe, doutrinar e disciplinar homem adulto, AI gente, AI tipo AI ele é assim no namoro, mas AI eu acho que quando casar ele melhora, não amiga, ele vai ficar mais ainda, preguiçoso, folgado e disfuncional. AI, amiga, que job, né? AI não, que que vocês acham, gente? Comentem lá no nosso grupo do Telegram, não deixem de conferir o nosso apoiece. Acessa lá o apoiece aqui que tem o link na descrição do podcast para você se tornar um apoiador e poder ouvir histórias como essa lá todos, toda semana, aliás, todos os dias, porque a gente posta de segunda a sexta e nas sextas-feiras a gente tem a nossa sexta com o tema.
Na segunda-feira a gente lança lá no grupo do Telegram a enquete e vocês decidem qual vai ser o tema. Da sexta-feira é muito legal. A gente é muito massa, sempre dá babado, confusão e gritaria. É isso? Então, um beijo até semana que vem.
Transcript supplied by the publisher with the episode.
Podcast
Fala aí, mona!
Paloma Fernandes · Society & Culture · Portuguese
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