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Episode 385 · Tecnocast

O legado do Windows 95

19 Aug 2025 · 1 hr 23 min

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Episode notes

O Windows 95 foi mais do que um sistema operacional: foi um fenômeno cultural. Prestes a completar 30 anos, ele introduziu recursos que se tornaram padrão dali para frente, solidificando a experiência da computação pessoal para milhões de pessoas. Além disso, ajudou a introduzir uma geração de usuários ao incrível e até então pouco conhecido mundo da rede mundial de computadores. No episódio de hoje, relembramos a história desse Windows que mudou tudo, e como foi essa época mágica da computação. Então já separa os seus disquetes de instalação e vem com a gente! Participantes Thiago Mobilon…

Transcript

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Este podcast é apresentado pelo Tecnoblog. O Windows 95 chegou a ser distribuído em CD, porém os CDS não tinham pelo menos a boa parte deles não tinham boot. Então você precisava fazer instalação por CD com disquete de boot? Você tinha que colocar nossa. Alecrim, caramba, precisava do disquete de boot, é lembrado disso? E aí sim, que você conseguia fazer instalação por CD, porém, se você fosse. Fazer instalação pela via tradicional que era com disquete. Eram 13 disquetes e você tinha a ordem certa de colocar. E se qualquer um desses disquetes tivesse corrompido? Você estava lascada, claro.

Bom, Vitinho, seja bem-vindo. Está começando mais episódios do tecnocast. Eu sou o Tiago mobilon. Eu sou o Josué de Oliveira. Eu sou o taci de Veloso. E eu sou o Emerson Alecrim. Windows 95 está completando 30 anos e foi ele que abriu as portas da computação pessoal para milhões de pessoas, além de introduzir toda uma geração ao incrível mundo da rede mundial de computadores. No episódio de hoje, a gente relembra o que tornou um dos 95 tão especial, não apenas do ponto de vista técnico, mas também como um fenômeno cultural.

Mas antes, no esquece, dá 5 estrelinhas para o tecnocast lá no Spotify, Apple Podcasts, segue a gente no CEP favorito e aguenta aí que a gente já começa. O carnê de pagamento é um velho conhecido do brasileiro, mas se engana quem acha que ele parou no tempo na Casas Bahia. O carnê também é digital, né Josué? Pois é, com carnê digital da Casas Bahia, você pode parcelar compras em até 24 vezes e a primeira parcela vai bater só após 30 dias. E para conferir se você já pode usar, é super fácil. Basta selecionar a opção carnê digital na hora de escolher a forma de pagamento da sua compra, tanto no site quanto no app Casas Bahia, e o detalhe é que você nem precisa abrir uma conta.

Pois é, e lembrando que a modalidade está sujeita a análise de crédito. Você ficou interessado? Quer saber mais? Então entra lá no hot site do carnê digital para consultar as condições. O link está na descrição desse episódio. Está precisando de prazo na Casas Bahia? Tem jeito? Então corre lá para consultar o seu crédito. Caixa postal do tecnocast você tem novas mensagens? Caixa postal do tecnocast se você não quiser acompanhar com a gente, pode pular episódio para.

16 minutos e 23 segundos. Bora, Josué, qual que é o primeiro comentário de hoje? Nosso primeiro comentário é do André gorgeing lá na comunidade, e ele falou o seguinte, eu já imagino nos próximos anos a meta lançando OMIAE, dizendo que é o primeiro modelo de AGI lançado no mundo. Porém, só eles vão falar que AAGI, enquanto todos os especialistas em a de outras empresas vão dizer que AEA deles ainda não é AGI. Acho que quando os primeiros modelos de AGI surgirem, vai haver muita discussão se já atingimos AAGI. Ainda ou não?

Mas primeiro a gente precisa definir do que que é isso, né? Tipo, quando a gente tiver algum tipo de consenso a respeito, aí talvez alguma empresa possa falar isso de alguma maneira um pouco mais confiável. Eu diria que não só a meta, troca o nome da meta por qualquer empresa. Aí a primeira que lançava é todo mundo questionar se é ou não, né? Até chegar num consenso de o que que é AGI? É, eu lembro que isso já tem talvez um ano e meio 2, mas enfim, mais ou menos regula ali.

Na época do lançamento do GBT 4, teve um artigo. Da Microsoft Research, em que os pesquisadores sugeriam que algumas das capacidades da da GPT 4 já já eram capacidades de AGIE. Aí muita gente ficou tipo, Hum, como assim, cara? E teve uma discussão entre pesquisadores que não são de empresas, mas que são de instituições de ensino e tal sobre como muitas vezes esses ramos de pesquisa das empresas não são ramos de pesquisa, pesquisa, mas é. São ramos que, no fim das contas, estão ajudando na criação da imagem da empresa, em fortalecer ali uma noção. De vanguarda de que os produtos são um pouco melhores do que são de verdade.

Enfim, eu lembro que rolou essa discussão ali, entre nesse, nesse meio de de pesquisadores e tal. Mas cara, certamente, mesmo que seja de verdade, mesmo que seja um negócio completamente que se enquadra naquela definição hoje, tipo assim, não um sistema que é melhor que o ser humano em todas as áreas, né? Pegando ali a definição que que a própria meta usa uhum, mesmo que alguém chegue de fato nisso, cara, tipo, o cenário que se instaura nesse mundo em que está, todo mundo é desenvolvendo dentro do seu quadrado.

Né, dentro dos seus muros é por que que eu deveria acreditar em você, né? Que que que eu ganho acreditar em você, né? É porque, pela definição aqui, perguntando para o ChatGPT 5, inclusive para ver o que que muda, né? Consegue aprender, raciocinar e se adaptar a contextos novos sem precisar ser programada para cada situação. Acho que essa parte final é a mais importante. Isso dá um ar pra gente de que seria uma e a mais autônoma, né? Aí entra naquela discussão que a gente tinha até nos primeiros tecnocasts, né?

Sobre um sistema artificial ter sente. Imentos ou personalidades ele teria ou ele teria um chip que simula sentimentos e personalidades, entende Robin Williams, homem bicentenário que tem a robozinha que dança lá e ela tem um chip de personalidade sim, e o robozinho do Robin Williams fica irritado, né? Então é meio que esse limite de ir até onde você consegue emular uma parada. E como você mensura isso? Certas coisas vão ser um pouco mais difíceis de mensurar. Se é só uma é super inteligente que está enganando a gente, né? Um super avançada ou se de fato ela. Atingiu também esse patamar, mas por ser tão um pouco subjetivo, um pouco abstrato, talvez seja a palavra, né? É difícil de olhar e falar assim, Ah, ultrapassou essa Barreira, né?

Não é que nem sei lá, um processador tinha 32 bits, agora eu tenho 64 bits. Objetivo. Claro. É, é uma parada bem objetiva. Você sabe, né? Que mudou ali. Então eu acho que tem um pouco desse desafio também, além da definição do que seria a gente. Segue aqui. Próximo comentário é da Paty Alves. Ela deixou lá no Spotify e ela disse, me fez pensar na rádio concha de Fahrenheit 451. E eu não li o livro, José, mas você leu e disse que IA explicar pra gente o que que isso tem a ver com o futuro? Então a gente falou no episódio passado sobre superinteligência lá da meta, a gente aludiu essa possibilidade, né? Que a gente já falou em outros episódios também. De óculos ou algum outro dispositivo visor, seja lá o que for, de realidade aumentada, tal que está o tempo inteiro em. Interagindo com o mundo para nós, nos trazemos estímulos também, né?

E meio que criando realidades customizadas o tempo todo. E no Fahrenheit? Se eu não estou lembrando errado? Faz muito tempo que eu li, mas o Fahrenheit é assim, é muito bom, então tem coisa que fica na cabeça. Para quem não sabe, farna hate 451, o livro do Ray Bradbury é uma distopia, eu não, eu não sei se dá para chamar de ficção científica, então acho que faz mais sentido de distopia, onde assim, naquela sociedade no futuro é, os livros são proibidos e os bombeiros trabalham queimando livros, né? E dentro desse contexto maluco, tem alguma coisa que foi o lugar disso, né?

Então eu acho que está muito ali mostrado na esposa do protagonista, protagonista, montagem, a esposa dele esqueci o nome, mas ela está sempre assistindo alguma coisa, vendo alguma coisa, e ela usa esse esse aparelho que eu acho que no inglês é. See Shell é ir Buds, alguma coisa ou só see shells, mas basicamente cara, são AirPods, basicamente são AirPods que ficam o tempo inteiro ali, no, no, no seu ouvido, e é meio que aquilo está te trazendo estímulos o tempo inteiro, está o tempo inteiro te trazendo formas rápidas e ininterruptas de entretenimento, né?

Por quê? Porque como você não tem os livros, você não tem mais aquele espaço para introspeção e para reflexão interna, diálogo interno nessa sociedade, como não tem isso, não tem, não tem esse espaço que era dos livros, você tem essa rádio concha e tem outras formas também de, de. Entretenimento contínuo, com telas e tal, que estão o tempo inteiro basicamente te estimulando, né? Te dando mais alguma coisa para pensar muito rapidamente.

Sabe alguma algum beliscão ali de de conteúdo, né? Pensando em termos de século 21, 2025, de conteúdo? Então eu acho que é isso que a que a paz está aludindo a rádio concha de farinha, rádio 451. Não gosto de falar sobre livros obrigatórios porque essa coisa de leitura obrigatória, meio contraproducente. Mas o que quer que seja antes de obrigatório, Fahrenheit 451 é. O livro é é fantástico, extremamente recomendável. Muito, porque é isso, cara, tipo ele, esse absurdo que ele vai, que ele vai criar, né?

De você não poder mais ter livros, realmente gera reflexões muito claras do que está acontecendo hoje. Assim, nas formas de entretenimento que a gente tem, a gente ainda pode ter livros, beleza. Mas esse mundo que ele cria, onde não tem livro, não tem o espaço para auto reflexão. Onde a gente está sempre a gente trocou isso, né? Ou isso foi imposto no caso? Ali, daquele universo. E aí, o que que fica no lugar dessa, desse espaço que era da leitura, da do diálogo interno?

Cara, tem que ter alguma coisa o tempo inteiro pingando ali, entretenimento, alguma forma de né? De de te manter ocupada, manter sua mente ocupada para ocupar esse silêncio, saca? Então é, é é um livro que dialoga bastante com o mundo que a gente tem agora. As doses homeopáticas de dopamina nem sei se homeopáticas, né, mas essas doses constantes de dopamina que você vai o tempo todo buscar nos algoritmos. Exato, e fechando aqui, temos um comentário.

Do Rafael Garcez também lá no Spotify, ele disse o seguinte, posso estar redondamente enganado, mas acredito que não tem como chegarmos nessa IA geral usando os modelos de LLMSA menos que essa nova IA consiga de alguma forma se a aperfeiçoar entre aspas, ao ponto de criar um novo paradigma de modelo, dificilmente não teremos apenas mais alguns LLMS com tadala fila. Excelente descrição a gentes. Óbvio que os LLMS eram auto corretores com esteroides.

Toma, LLM vai dar na fila do Rafael. E ele continua. Parece até que esse anúncio é apenas para manter os investidores interessados, acendendo aquela pulga atrás da orelha. Mas e se for verdade? Melhor investido do que perder o bonde passando. Cara, eu? Bom, eu discordo aí da filosofia de investidor, tá? Eu, eu não invisto com base nisso aí. Pra mim, notícia é algo 100% ignorável na hora de escolher os meus investimentos. Mas OK, cada um tem seu método agora. Sobre ser ou não ser cara, também difícil opinar porque eu não desenvolvo modelos de LLM para saber como é que é a estrutura da parada a fundo, né?

É, a gente entende que o funcionamento já li bastante e tal, mas eu imagino que é uma parte. Se a gente for imaginar modularmente, né? OLLM é uma parte ali do do sistema completo. Entende? Tipo, não é que OLLM vai ficando até ele ganhar autonomia, até ele virar uma Gi, virar uma superinteligência. Mas eu acho que faz parte de um sistema ultracomplexo que, né? Tem que ter OLLM no meio. É também com que é que se pareça essa tal essa tal de Gi ou essa, qual que é que seja próximo grande desenvolvimento nesse ramo, vai ter que ter LLM no meio justamente para para terem o processamento da linguagem, para conseguir criar as condições, para conseguir prever muito bem quais vão ser os output ELLM. Eles fazem basicamente isso, são corretores contratar la fila. É, é engraçado porque nesse comentário, porque eu lembro do yelekung, que é da meta, né, ganhou o prêmio Turing e tal, uhum, ele inclusive dinon já é um nome muito brabo da meta, e aí a meta está trazendo essa galera toda que a gente falou no episódio, né?

E ele não está nesse laboratório de superinteligência, ele está num outro laboratório agora que eu não lembro qual foi o nome, mas ele mudou um pouco a estrutura interna da empresa, mas ele permanece lá. Uhum, eu lembro que várias vezes ele bateu justamente nessa tecla, tipo assim, cara. Eu acho que é menos a questão técnica da coisa, mas é é. É mais um certo discurso que é propagado por gente que talvez não assim, não, não seja técnica, não seja gente da da área técnica, não seja pesquisador, não seja engenheiro, enfim, não seja as pessoas que estão ali.

De fato, é fazendo a coisa acontecer e vendo o desenvolvimento desses modelos, mas acho que é muita gente de mercado que parece que que que está é muitas vezes um discurso que dá a entender que não. A gente tem LLMS hoje. Então, se a gente continuar treinando, nos LLMS, eles vão ficando com cada vez mais conteúdo. Tudo em um, em um, em um campo de treinamento cada vez maior, né? E mais material de treinamento de qualidade, em algum momento vai cruzar uma linha e os LLM vão virar AGIE. Não parece ser esse o caso, né?

Tipo não. Pela própria estrutura de LLM, ele ele consegue com muita precisão prever o próximo resultado que é provável naquela naquela cadeia de pensamento disso, para um sistema que é melhor que seres humanos em tudo e consegue aprender autonomamente, tem um Salto que não é simplesmente quantitativo, não é só você dar mais material de treinamento, é algo que é de uma outra natural. Presa mesmo? Talvez seja isso que a que esse comentário remete. E eu acho que tem um pouco desse discurso que de novo, acho que parte muitas vezes de pessoas que estão mais interessadas em em vender e tentar atrair investidor, et cetera, do que de fato em falar do aspeto técnico da coisa. E tem um comentário do Rafael só acho que é uma questão técnica que é, foge um pouco, né?

É do. Do que o Mark falou na naquela carta, eu eu acho que ele não não quis dizer que era simplesmente um LLM ali, ele nem entrou em detalhes técnicos, era mais tipo, é a superinteligência está chegando EALLMA partir disso, até onde eu já li também, OLLM também é muito parecido com o jeito que a gente pensa quando a gente está formulando frases e argumentações. Aqui você tem meio que uma ideia abstrata do que você quer falar. E aí, conforme você começa a falar, você vai pensando na próxima palavra, né, você?

Não tá tipo cadeado, você não ganha um texto pronto na sua cabeça, tanto que às vezes a gente para e esquece a palavra, tal como eu acabei de fazer agora, uma coisa que você vai falar, daí você lembra de outra coisa, entendeu? Tipo é, é, é meio que isso, né? Então é um é um jeito probabilístico, porque você está sempre elencando qual é a probabilidade da próxima palavra, qual que é mais interessante dentro desse contexto que eu já soltei, né?

Mas é similar, tudo emula AO raciocínio humano, o jeito que o nosso cérebro funciona, neurocientistas, et cetera, né? Baseado nesses conhecimentos, mas tecnologicamente. O que que tem debaixo do capô? Quais códigos, se estão se conectando, com quais códigos, quais módulos e quais tecnologias, et cetera. Aí eu acho que realmente o sistema vai ficando mais avançado e vai se conectando a mais coisas. E até OE elekum falou essa semana, postou No No LinkedIn, compartilhou um vídeo falando de uma coisa que ele fala, muitos anos de programar a arquitetura dos sistemas de a de forma que as únicas ações que eles possam realizar sejam voltadas para cumprir objetivos definidos, né?

Dentro dos limites de segurança. E ele disse que ele chama. A isso de e a orientada por objetivos, ele falou, um desses limites de segurança é a submissão aos humanos, o outro é a empatia. Mas seriam necessários muitos objetivos de segurança simples e de baixo nível para garantir a segurança, como por exemplo, não atropelar pessoas, não mover os braços de forma descontrolada se houver pessoas por perto, especialmente se você estiver segurando uma faca de cozinha.

Então esses de nível mais baixo, né, são programações muito específicas. Que cara, como é que você mapeia tudo isso, né? É, mas eles teriam que fazer esse trabalho de mapear uma série de coisas mais críticas, porque não dá para você lançar o produto, um robô, uma IAE, esperar as coisas acontecerem para daí ela aprender que não pode fazer aquilo, né? Até comercialmente isso já inviabilizaria completamente o produto, né, geraria processos, enfim, vários problemas, é um exemplo.

De que ainda falando de LLM, ainda falando de a, você tem outros módulos se conectando ali que são guard railes ou que são aumentadores ali da dos recursos, né? É um sistema realmente muito complexo. Em termos de produto, né? Você falou essas questões de de segurança tal, né? Fico pensando muito nos a gente já tem problemas com isso em relação a carros autônomos, né? Entre aspas autônomos, né? Acidentes já acontecem e tal. EE processos é e as empresas tentando de alguma forma.

Diminuir a quantidade de responsabilidade própria delas e a gente tentando entender qual é o nível de responsabilidade. Então a gente está respondendo essas perguntas com Carlos ainda, né? Imagina isso com sabe algum tipo de inteligência, algum tipo de sistema que consegue, entre aspas, tomar decisões autônomas em algum momento? É, é isso assim, Oo nível de pode dar merda, nunca parece que começa numa coisa pequena, né? Tipo, as probabilidades são sempre tipo assim, isso aqui dá problema de segurança, pode dar um problema de segurança Sério, pode ferir seres humanos, pode, enfim, gerar risco. Os graves, né?

Então sei lá como é que vão resolver isso. Posso arte pra pra galera aí do do departamento de super inteligência da da meta, né? Não sei como é que vocês vão fazer, mas vocês estão ganhando muito bem para isso, né? Algumas centenas de milhões de dólares, então. Roubando os empregos de de metade da população mundial nos próximos 5 a 10 anos. Exatamente. Cara, se vira aí, bicho, é enfim, comentários lidos. Bora pra pauta? Vamos nessa?

Agora em agosto, um dos produtos mais emblemáticos da história da tecnologia está completando 30 aninhos. Ele é o Windows 95? Sim, gente, quem nasceu em 95 já está completando 30 anos. É surpreendente, mas vamos continuar com a pauta que tentando não parecer muito idosos, porque muitos dos que estão ouvindo nem eram nascidos quando o Windows saiu, né? O Windows 95? Eu, por exemplo, mas eu tinha que participar. Eu estudei bastante, não estava lá, mas estudei.

A gente finge que acredita, tá bom, então essa galera nem viu o Windows funcionando, né? O Windows 95 e quem é um pouquinho mais velho, tipo a gente aqui um pouquinho só, né? Muito não. A gente tem alguma lembrança dele, talvez não tenha usado ele com a mesma intensidade que a gente usa os sistemas atuais, né? Foi por um período um pouco mais curto, mas já tem lembranças aqui que a gente consegue trazer também dessa época. E esse Windows foi muito importante, porque essa versão trouxe elementos que se tornariam.

Parte essencial da experiência de usar um computador nas décadas seguintes e nos sistemas seguintes também. E mais do que isso, ele teve uma importância no nível cultural também, porque ele ajudou a afirmar a marca do Windows e a própria Microsoft no imaginário popular. Quem se lembra ali os anos 90 após anos 95, né? A cultura da internet, a cultura da computação pessoal começou a ficar muito mais popular. E o Windows 95 tem um papel muito importante nisso. Logo que eu estava pensando nesse assunto, me ocorreu. Que eram outros tempos, né?

Da da tecnologia. Eu obviamente não cobria de forma profissional, mas eu já acompanhava tinha 7 anos, já acompanhava uma época em que os jornais tinham caderno de informática e aí no Rio de Janeiro tinha um jornal específico que era a coluna da tia, não lembro mais o nome, tia Mariana, tia Juliana, sei lá, e era uma especialista que dava, IA ensinando as coisas e contando as novidades, né? OK, depois eu viria a fazer vocês também, todos nós, mas o pensando em em. Que naquela época, como as coisas eram mais positivas, né? Agora a gente fala das big tech e existe uma névoa, uma nuvem em torno da atuação delas.

Tudo é muito delicado, é a regulamentação das redes, é golpe para todo lado. Windows recall com a polêmica de ficar rastreando tudo que você faz. Então o espírito do tempo, né? Que se fala daquela época, pelo menos que eu me lembre de criança, vai muito nessa linha da nostalgia e daquilo da tecnologia da informar. Prática, né? Da informática como algo que vai mudar o mundo, que vai deixar a sua vida muito melhor. A gente estava com caderninho anotando as coisas e de repente começava a fazer trabalho no computador.

E aí o Windows 95 se insere nisso, né? Por ter aquela interface mais amigável. Enfim, a gente vai tratar ao longo do do episódio de hoje. Acho que na época era muito mais produto a informática e hoje em dia é muito mais sobre dados a tecnologia no geral, não só informática, né? Então AA gente ainda. Precisa dos devices? Ainda precisa dos produtos, mas eles viraram apenas a interface e o mercado agora está todo em torno dos dados, porque até o lance da teoria da agregação, que a gente fala sempre, né? Através dos dados que você consegue escalar tanto assim as big techs.

Mas sim, deixa de ser essa coisa tão inocente e vira uma coisa muito mais séria. Éramos ingênuos, né? E aí tinha aquilo de da fila nos Estados Unidos, certamente muito mais do que no Brasil, porque a pirataria comia solta, né? Seja me sinceros, mas aquelas filas. Filas icônicas nas lojas. Acho que a Best Buy é uma que foi o José levantou aqui no uhum, né? No nosso material, porque as pessoas iam lá comprar. Era aquele super hype. Aqui a gente não comprava na loja, mas vinha OCDE. Aí você era CD, não era?

Disquete. Windows 95 era disquete, era. CD era, se não me engano, eram 13 disquetes. 98 que começou a entrar. Essa coisa do do do CD é. Eu não instalei o Windows 95, eu instalei a partir do 98, então. Eu só lembro de instalar OXP já. Eu só lembro de usar computador que tinha em 95. Eu não tive nada a ver com a instalação dele. Como vem? Não sei se era original ou se era falso ou enfim. É porque eu lembro que tinha um media pack do Windows 95.

Esqueci o nome agora, mas já citei em outros episódios do tecnocast. Era o plus. É o plus, que aí acho que tinha um CD. Zinho, se eu não me engano. Você acha que é isso? Está falhando a memória. É como se tivesse o Windows 95 e o. E o second Edition, eu acho que esse era o que tinha OCD. É porque o plus é ele que inseria coisas multimídia também, uhum. Eu vou ter que dar uma wikipedia aqui porque eu não estou lembrando de cabeça não. Ao vivo.

Só de falar de wikipedia já já entregou a idade, né? Porque a galera tá toda no ChatGPT? Vou. Perguntar para o chat aqui. Então, eu não instalei esse sistema, mas eu sei que eu tive em casa, porque nessa época, meu pai, que sempre foi muito ligado em tecnologia, nós tínhamos um computador e era aquilo, né? Móvel, o móvel do micro conga. Bilhete embaixo e o monitor de tubo em cima. E eu lembro que o meu ainda tinha a impressora numa numa prateleira mais elevada, porque o idiota aqui tinha a impressora e em cima da impressora colocou um aquário e aí vira e mexe caiu água.

No cair a água no monitor. Eu quase matei aquele monitor mais 3 vezes. Também. Então vai ser audacioso demais aí também, né, cara? Mas. Aquilo, ligar o computador nesse ambiente, mouse com fio, teclado com fio, enfim, tudo mudou de lá para cá. Mas para mim me remete muito a infância, eu? Eu lembro de utilizar coisas com 2 com DOS, mas principalmente menu iniciar no Windows, ou seja, a partir do 95. Vão se situar aqui no tempo, né? Alechem de 83, eu sou de 86, TAS de 88 e José de 90.

Então 12 anos é a conta. Vai falar agora 9 anos, 7 anos e 5 anos? É o que a gente tinha quando foi lançado em 95. Obviamente que a gente não estava na fila da West bike, porque somos brasileiros, né? Não estávamos para comprar um software, mas foi um acontecimento muito marcante porque as pessoas continuavam fazendo fila, mas para comprar os produtos, né, os iPhones, isso a gente vê até hoje. Não, na época não tinha iPhone, né? É sim, depois eu tô dizendo, mas na fila para comprar um CD de um software é realmente foi um trabalho de marketing muito bom. O que a Microsoft fez até famoso ali pra usar a música dos Rolling Stones Star me a por causa do menu iniciar, né? E que levou para para as filas.

Das lojas, uma galera que nem sabia o que estava fazendo ali é entrou no hype ali do Windows 95, o. Que é essa novidade, né? O que vai revolucionar meu computador vai ficar completamente diferente, porque até então a interface já tinha num certo sentido, uma interface gráfica. Gráfica tinha desde 87, né? Com o MEC isso. Sim, mas no ambiente da Microsoft. Com 3, 11 também, né? Só que não era com o nível de detalhe que tinha no Windows 95 e que na época. Já era considerado um divisor de águas, tudo muito mais colorido, mais bonito, né?

A maneira de interagir, então, tinha uma promessa de revolução e olha, pensando aqui em retrospeto, eu acho que essa revolução aconteceu, né? Sim, veio ele, depois vieram outros. Mas se a gente for olhar hoje, o computador ainda é muito parecido, né? Dadas as proporções, né? O avançar das coisas, mas é muito parecido com o que tinha naquela época, então eles realmente traçaram o negócio e com o potencial que só a Microsoft tinha meu. Verde fazer de forma popular que a Apple também oferecia muitos desses recursos, um copiava o outro que tinha copiado o outro, mas a Microsoft abriu pro mundo assim, né? Quem quiser instala, aí vamos ver. Tanto que eu estava é até puxando os valores, o Windows 95 ele custava 210 USD a versão completa e 110 USD o upgrade. Então dava pra pra comprar, as pessoas compravam e eu lembro que na época li em em revista em jornal que o Windows vendia. Mais que água, Microsoft vinha de igual água, um negócio assim, porque realmente foi uma loucura. Eu acho que faz todo o sentido a gente chamar o Windows 95 de revolução de disruptivo, qualquer adjetivo nesse sentido. Porque a gente estava muito

preso No No que diz respeito à interface gráfica, ao que o dos oferecia, né? Ou as versões anteriores do Windows, que era o Windows 3.0, ou o Windows 3.1, que é, eles tinham uma interface gráfica já com o modelo que a gente. Viu no Windows 95? Mas eram meio que instâncias do dó, sabe? Então eram. Não. Era uma coisa tão padronizada quanto se tornou no Windows 95. E eu acho, inclusive, que foi isso que fez a galera toda ir para as lojas atrás do Windows 95, né? Porque havia aquela coisa de produto revolucionário mesmo, que IA mudar a experiência do usuário. E cumpriu uma promessa que naquela época já estava em evidência, que era de tornar o computador de fato pessoal, né? Ou seja, app.

Para você ter um computador em casa que começou com toda a história da IBM lançando IBMPCE tal, mas assim. E era uma filosofia do Bill Gates, né? É, o Bill Gates tinha isso de um computador em toda a mesa, em toda residência e et cetera. Exato, porque até então era uma coisa assim que era comum. Mas empresas, né? Você ou repartições públicas, mas assim você pensar no computador para usar em casa era uma coisa que ainda era limitada. AA, gente que trabalhava com pesquisa ou com computação mesmo.

Quer dizer, era para poucas pessoas. E pegando carona no que aconteceu com com os consoles de jogos, né? Que nem o Atari Oo famoso nintendinho OPC, meio que começou a migrar para a casa, né? Para a casa das pessoas, a se tornar o produto de fato doméstico. E o Windows 95 teve uma parcela de participação muito grande nisso, porque a interface dele para a época foi o que mais pesou para isso, né? Tanto que assim é. É até interessante que nessa semana eu publiquei no tecno blog a declaração de um executivo da Microsoft.

Esse cara é o líder da divisão Windows da Microsoft atualmente. E é aí ele falou que a próxima geração do Windows ela vai ser tão focada em IA. Aqui a gente vai depender menos de mouse e teclado para usar o sistema operacional, basicamente isso que eu lhe disse, só que o que tem de interessante na declaração dele é que foi quando eu percebi que. A gente está hoje no Windows 11, mas o modelo, a proposta de uso do sistema operacional, a experiência que a Microsoft oferece é basicamente a mesma desde do do Windows 95, que é o menu iniciar, que é aquela barra de tarefas na parte superior da tela, que é essa proposta de você se comunicar com o computador usando o mouse e teclado.

Óbvio que está hoje tenho mais opções, né? Você pode usar comandos de voz, você pode usar em computadores com tela, você receba toque, você pode usar um toque na tela também, enfim. Mas a premissa básica é essa, desde a época do Windows e 90 e. E 5. Na verdade, desde um pouco antes, né? Mas digamos que foi o Windows 95 que chegou e falou, ó, esse vai ser o nosso modelo. É, até tinha antes ali, né? Tipo, puxando ali na pesquisa, é, é engraçado porque hoje é é muito comum a galera do Android zoar a Apple sempre que sai um novo iPhone, dizendo, Ah, isso aí já tem no Android há tempos.

E aí, galera que era fã de Macintosh na época, ficou, mas espera aí, isso não é tão inovador assim? OOO, Macintosh já faz algumas dessas coisas há muito tempo sim, né? Já tem interface gráfica lá e tal, você consegue usar o mouse, arrastar as coisas, algumas coisas. E chamam a atenção no 95, realmente não são invenção da Microsoft, não começaram no 95. Porém, tinha alguma coisa ali que chamava a atenção e me parece que deixava mais claro para um usuário que era leigo o que que ele tinha que fazer para aquilo funcionar e como aquela experiência IA ser recompensadora para ele, saca?

Era meio que uma noção de tipo, cara, não preciso saber muito mais do que o que está na minha frente para fazer essa máquina revolucionária que é o computador pessoal funcionar. E eu consegui me relacionar. Lá com isso, sabe? Eu acho que tem 2 segredos principais aí nessa, nesse sucesso do do Windows 95. O primeiro é o é o é o marketing. É o mais óbvio que a gente falou aqui que a Microsoft foi muito bem em lançar o Windows 95. Era uma época também de lançamento de acesso à internet, né? Que não era algo muito relevante aqui no Brasil ainda, mas lá nos Estados Unidos, que é o core da tecnologia, isso estava muito pujante.

E então o marketing, a Microsoft foi muito bem com a campanha, com o investimento, acho que foi 203. 3000000 não sei de investimento na campanha de lançamento do do Windows 85. 13000000 de dólares gastos na divulgação. E a Apple não estava na melhor fase dela em 95, né? Esse tipo de jovens não estava na empresa, era aquela fase que ela estava quase falindo. 2 anos depois, ela quase foi à falência, inclusive trouxe os jogos de volta, os produtos estavam muito ruins e et cetera. Era.

Apple que a gente estava tentando lançar console, lançar câmera, lançar TV, lançar um Monte de coisa esquisita. É câmera fotográfica, monitor com videocassete embutido. É uma parada. Muito louca que a gente até falou, né, no outro episódio, mas é curioso pensar, porque a filosofia da Apple hoje é não ser a primeira a lançar, mas fazer no momento certo, da melhor forma. A gente está vendo isso na corrida da asias, por exemplo, a Apple não está lá competindo com OPNR nem com o Google, ela nem quer se propor a isso. A abordagem dela foi oferecer a integração com os modelos mais avançados dentro dos sistemas dela e naquela época foi o inverso, né?

Ela Foi a primeira a lançar em vamos fazer aspas aqui? A primeira a lançar a interface gráfica comercialmente foi. Cópia da HP. É primeiro a olhar lá pra pra xerox, da xerox. É da xerox, mas foi foi a primeira a lançar comercialmente ali e entender aquele produto e lançar comercialmente. E a Apple também tinha aquela pecha de ser para escolhidos, né? Para pessoas que inclusive podiam bancar naquilo, porque você comprava o produto ou você comprava o hardware e levava o software. A Microsoft, não o tempo inteiro. É o nome da empresa, né?

Tem, tem software, software. Então vamos vamos colocar este só. Software onde der e aí tinha as disputas deles com AA divisão de software da da IBM, por exemplo. Mas Oo que eu tiro disso que você está falando mublon na parte do marketing, mídia, marketing e que assim o sonho de toda grande empresa, como pegar um produto e incluí lo na cultura pop e eles conseguiram fazer isso com a música, com o os filmes publicitários muito bem feitos.

Tem exemplo também de sitcom que eles filmaram, pessoal de Friends, né? Alguns deles. Dias de Friends a. Rachel e o e o Chandler? Tipo, vou usando o Windows. Basicamente os os maiores astros, os 2 maiores astros do maior descon da época, estão lá fazendo propaganda. Ó, é que deixa eu usar esse negócio aí. E a Rachel fala assim, tipo a Rachel, né? Esqueci o nome da da atriz é. Jennifer Anderson é. Ela fala assim, mostrando que é muito fácil e tal, ela fala assim, olha só a computing, tipo, eu estou computando, tá ligado?

Cara, isso me lembra uma propaganda que tinha no Brasil da AOL, foi alguns anos depois. Pois já. Mas era a Carla Perez. O fim do vídeo hoje não seria aprovado por nenhum executivo de publicidade. O fim do vídeo era a Carla Perez, bem com close para a câmera, falando, eu consegui, você consegue. Nossa mãe? É a mesma pegada, vai? Mas olha, falando da parte de marketing do Windows 95, a gente não pode deixar de lembrar da data de lançamento, né?

Que teve um evento lá com balmer e o Bill Gates tentando dançar, né? No palco lá, o som de Rolling Stones, né? Que aquela aquela cena pra mim é hilária, porque eu vou, eu, eu, eu leio, mas eu vejo aquilo lá e dou risada, mas com uma certa MEA culpa, porque assim, se eu tivesse no lugar deles, eu também IA dançar do mesmo jeito, até pior. Imagina. O marketing? Mandando o. Marketing falando, vocês vão dançar no. Palco. Imagina, gente?

E todo mundo sabe que a pegada do baumer não é dançar, é é ficar balançando os braços loucamente, suado que é, é é esse que é o que é o ímpeto do cara, entendeu? Aquelas pizzas aparecendo, né? Que é outra marca registrada do baumer, é complicado o negócio. E o Bill Gates é, era o mais engraçado, porque o baumer pelo menos tinha essa coisa que o José enfatizou dele ser mais enérgico, né? Ele ficava lá vibrando tal. Agora era visível que o Gates estava totalmente desconfortável.

Então ele dava uns, ele batia Palmas, ele dava uns pulinhos. Assim tem. Tentando de alguma coisa sincronizar com o que o pessoal estava fazendo no palco, mas era visível que ele estava desconfortável. E uma coisa que eu lembrei é a Microsoft utilizando música do do Rolling Stones nesse lançamento e alguns anos depois eles repetiram, né? A estratégia. E quando teve o Windows XP, eles foram lá e contrataram a Madonna. E aí colocaram uma música da Madonna que era umas pessoas que saíam voando assim no, no, no, no comercial. Então é buscando muito isso de casar a tecnologia informática, né?

Na época, computação. Com o que estava mais em alta no showbiz e dinheiro eles tinham para fazer isso, né? Porque vendia muito. Mas eu falei de 2 elementos, né? A gente está falando do marketing aqui, mas já discutimos várias vezes no techno Cash, que marketing não sustenta produto ruim. Não adianta só você ter um grande marketing e não ter um produto usável. Ele não vai se vender. E acho que o sucesso do Windows 95 como produto ele começa ainda No No final dos anos 80.

Começo dos anos 90, né? Aliás, começa nos anos 80 mesmo porque o segredo é o dos aquele que estava por debaixo do capô do Windows 95 do Windows 3.0 3.1 também porque o dos ele criou um ecossistema. Eu não quero usar a palavra aberto, mas. É definitivamente não é aberto. No sentido de estar em várias marcas. Livre, sabe? Não. Livre não. Aí também. Popular, não exclusivo. A filosofia de estar instalado em vários dispositivos, isso não exclusivo, que era o contrário do que a Apple fazer com o Macintosh, né?

Então, ao fazer isso, a Microsoft popularizou o sistema operacional dela e ela atraiu muitos desenvolvedores que desenvolveram muitos aplicativos, né? Que rodavam no doors até a propaganda da Apple nos anos 90, né? A propaganda enquanto a Microsoft fazia start mia. App e usava Friends, a Apple era um executivo chegando e falando assim, Ah, eu preciso de um PC para ligar esse disquete e aí o carinha, sei lá, do marketing descolado, fala assim, Ah, tenho aqui ó, e aí era Apple computer, aí o cara falou assim, não, eu preciso de um PCE, aí o cara falou assim não, mas ele roda também e botava o disquete no Apple computer ali que eu não lembro qual, que era Oo modelo, né? Então você vê que isso mostra que o mercado dos o sistema dos já tinha uma ampla gama de softwares disponíveis e esses softwares eles rodavam.

No Windows 3.1, depois no 3 ponto 11 e também no Windows 95, né? Então essa estratégia da da Microsoft de lançar um sistema novo, só que é só uma roupa ali por cima da interface dos, né? Deu muito certo, porque você instalava o sistema e você já tinha um Monte de coisa para rodar nele. Você já conseguia rodar um Monte de coisa nele. Não começava do zero, né? Exatamente, não, EE. Essa ideia de upgrade de sistema assim Eu Acredito que começa ali, né?

A gente já falava de upgrade. Mas com o Windows foi que efetivamente nós que mexemos com o computador, nós nos acostumamos, é isso, já vem um sistema novo, você atualiza a instalação, é fácil, puxe os dados antigos e as coisas vão funcionar, e aí depois penso eu que isso mudou com o celular, porque aí não precisa nem colocar, a mídia não coloca nada, é só baixar e rodar a instalação. Overdair, né? Que fala? Mas começou ali, não. Sim, tenho essa impressão.

É que o ciclo é diferente, né? Naquela época, como o meio de distribuição ainda era físico, você tinha que distribuir. Imagina para a empresa, Ah, a versão nova do sistema, que que significa que a gente tem que mandar fabricar milhões de disquetes e distribuir eles para lojas do mundo todo, por navio, por barco, por sei lá do quê? Não era igual. Hoje que o sistema está conectado automaticamente num servidor pela internet e você pode lançar uma micro atualização. Ah, eu quero desabilitar o 2 g do celular automaticamente, que nem a gente discutiu no episódio anterior aqui de. De antenas, né, cara?

É uma atualizaçãozinha que você solta alguns kbytes e pronto, todos os celulares do mundo estão protegidos, então era mais difícil, era mais lento propagar também ataques e coisas do tipo, porque é, você não estava na internet, estava começando a entrar na internet e tal. Mas, ao mesmo tempo, se fosse rápido, a atualização seria muito lenta. A mesma coisa que garantir um pouco mais de segurança, também impedia a velocidade nas atualizações.

E você não acha que, já que tinha esse trabalho, principalmente de distribuição, isso era um? Gargalo para as empresas? Elas esperavam mais tempo para ter algo, né? Um leque mais robusto de novidades e chamar aquilo de nova versão, não sei das quantas. Sim, com certeza, pacotar mais. Coisas, eu? Uso muito mais o MEC em casa. Sincera? Eu já eu parei de contar a versão eu sei que está na mais recente, mas aquilo de saber a ordem não. Eu estou no Windows x.

Não é até até XP, né? Na época que a gente via era tipo assim, servic PEC um, servic PEC 2, verdade, a gente não ficava contando exatamente qual o pacotinho que estava. Mudando, porque toda hora tinha alguma atualização ali também com OXP, já tinha um gerenciador pela internet, mas a gente contava mais esses pacotes de atualização, né? É um negócio que é interessante citar também o que também contribuiu para o sucesso do Windows 95 com base na carona que ele pegou no dos eram os jogos que existiam para dos que existia jogos legais para caramba.

Eu lembro, por exemplo, de Carmen Sandiego, de Sin City nossa Carmen Sandiego. Cara, sim, é, era um negócio que era muito interessante, é que era assim quando a gente. Gente falava dessa coisa de ter OPC em casa. As pessoas automaticamente pensavam em jogos, porque era era relativamente fácil conseguir esses jogos de dos no Windows 95 e depois também no Windows 90, EE 8, EXP, et cetera, porque a distribuição, a gente não tinha internet naquela época da da forma que tem hoje, para ter acesso a isso.

Mas era muito comum você compartilhar disquetes com esses jogos ou então comprar aqueles mais na época ali do Windows 98 e depois no XPA gente compra. Tava muito daquela aquelas revistas que viam com CDS, cheio de de aplicativos e cheio de jogos. Tá, mas era tudo amostra grátis. Alecrim, era. Demo, né? Não, não tinha, tinha jogos. 100, 150 jogos. Você conseguia jogar 5 minutos, ficava muito bravo com isso. Depende, né? Tinha bastante demos, mas tinha, tinha, tinha bastante jogos também, assim, principalmente para nós. Eu lembro que na escola a gente distribuía disquete, sabe? Um, compartilhava disquete, ó, isso aqui está com disquete aqui de Carmo, San Diego, outro de SimCity e tal. O jogo principal às vezes era um demo e às vezes tinha um pacotinho de joguinhos.

Que eram menos mainstream assim. Mas eu eu lembrei aqui do the DIG, cara, eu era muito fã de the DIG. Um joguinho de dose também foi lançado em novembro de 95, eu não sabia que tinha sido lançado em 95, inclusive achei que fosse um pouquinho depois. Ele foi produzido pelas Lucas artes, pelo Spielberg, era um joguinho muito foda e a trilha sonora era muito foda. Era tipo meio mágico assim pra é hoje é tosquíssimo, né? Mas o Spielberg trabalhava para o George Lucas. Ele foi o diretor ali do nossa.

É este caras, tinham os. Maiores. Ele foi escritor um do. Os escritores do jogo. Eu lembrei de Carmem San Diego também, não só por isso, mas é, eu não entendia na época. Depois eu fui entender que tinha um processo por trás disso, mas é que eu não tinha. Eu usava o computador usado que tinha sido presente do meu tio tal e não tinha caixas de som, mas mesmo assim eu conseguia ouvir a trilha sonora, Oo som não saia, não precisava de uma caixa de som para sair, porque ele usava alguma coisa dentro da da placa mãe ali que conseguia emitir os os barulhinhos super sei lá, não sei como é que é o nome disso, mas ele emitiu o som antes pela placa. Mãe, né?

Era o falantinho do gabinete, é? Que era do da? Placa, mãe, que tipo que dá pra dar? Apito essas. Coisa, por exemplo, quando dava but ele dava um apito tal isso. É isso aí que é uma baita gambiarra, realmente. Total da Carmen San Diego era legal. Dos jogos eu me lembrei de 2 aqui que eu estava até dando uma olhada se efetivamente eram de Windows 95 e não necessariamente podiam ser de dos MS-DOS eu conheço como MSEDOS tá? Mas enfim, pronúncias é era do.

Jeito que você falava como eu conheço, desculpa, tá, gente? Não, mas era em português mesmo. MSDOS não era em inglês e tinha o dum. Eu lembro de jogar muito, muito dum. Sendo criança, ainda tendo pesadelo à noite por causa de dum é para uma criança? Era um jogo muito gráfico e não sei se vocês vão lembrar do BR Foot que eu não entendia nada, nunca fui. Eu gostava do ele Foot. É porque tinha um que era original. Eu acho que OBR Foot era meio que a cópia. Era o genérico brasileiro, um negócio assim. Mas era aquilo de rodar.

Futebol é futebol. Manager, né? Você, você era tipo técnico do do time? Isso e aí rodava as simulações todas. Eu não sei porque eu fui me meter a jogar esse também. Era muito? Muito legal, holifurt 98, era muito legal, saudades. Mas assim, uma coisa para lembrar também, a gente está falando de jogos de instalação. Eu sempre lembro de um episódio que eu estava em 99, eu ganhei acesso a um laboratório de informática numa escola que eu estudei, uma escola é particular, minha mãe era professora, eu ganhei bolsa, né? Aí eu lembro da galera me zuando um dia que entrou uma moça na sala e falou assim, Ah, vocês vão ter acesso agora à internet no laboratório e a galera ficou assim, polvorosa, né? Nossa internet é.

Muito da hora, não sei do que lá tal. E era os playboyzinhos da cidade assim, né galera? Feed de médico tal e eu tipo assim, caipirão olhando um pro outro assim, que que, que que que internet, né? Que que que é isso? E todo mundo me zuando, fazendo bullying, nossa, você não sabe. Você nunca entrou na internet, na. Cadeiros agora alguns a gente trabalha com internet, otário. É exatamente que que isso? Aí, enfim, fui no laboratório, aprendi o que era internet, fiquei nossa. Muito deslumbrado com aquilo.

Inclusive, toda a empolgação do Tecnoblog surgiu ali, assim, eu fiquei fascinado e fiquei depois anos sem acesso à internet, porque eu não tinha. Não tinha dinheiro, né? Minha família não tinha grana e. E aí um dia eu consegui o acesso tal e aí aí tudo a história. Mas enfim, isso para contar que é, eu descobri o submundo do das rons de super nesss e aí comecei a baixar rons. Eu levava disquetes que meu tio me dava, que ele não usava mais, levava No No na sala de informática. Usavam inzip para zipar às vezes a Ron em 2 disquetes separados, porque a maioria dos jogos de super ness cabia num só, mas alguns precisavam de 2 e levava para minha casa num num computador que tinha lá, acho que já era um bem. Tinham 200 nessa época e descompacável que o salvarro numa pastinha aí.

Você rodava em emulador, né? Emulador desnesa. Ah, tá bom aí, um Belo dia, meu pai, que tem essa mentalidade de computador, vai ficando pesado se OHD estiver cheio. Até hoje ele faz isso com o celular dele. Inclusive aí ele. Eu lembro que na minha frente ele pegou a minha pastinha, que estava com 40 MB, que eu demorei, sei lá, 6 meses para montar aquela pastinha de 40 MB. Uma preciosidade era o seu Tesouro. Era o meu Tesouro ali. Ele simplesmente apertou o botão delete e apagou tudo na minha frente.

Eu surtei de chorar a cara fez meu pai, por favor, pelo amor de Deus. E ele fez isso porque os HDs da época tinham 2 GB de tamanho. Vocês têm noção? Hoje uma atualização do sistema a gente 11, sistema novo, pega quanto 35 e nem olhei quanto que foi o último iOS aqui. Muito, não? Se a sua baixinha tinha 40 MB Oo Gmail mais a atualização mais recente do Gmail no Android está beirando e sai. 800. Um aplicativo. Nossa, é muita diferença. É?

E eu falei isso porque Oo Windows 95 ele inseriu o sistema fat 32, né? Pra galera que eu não sei se todo mundo vai saber o que que é isso, né? Mas a galera que é técnico de informática, formato computador hoje em dia, nem sei se está usando ONTFS ainda o Windows, mas veio depois do fat 32 e o fat 32 veio depois do fat 16. Alecrim vai poder explicar de forma um pouco mais técnica aí, mas basicamente o fat 32 permitia. Que OHD tivesse até 2 TB de armazenamento, e é bizarro porque 2 TB em 95 cara era servidor, meinfream era.

Coisa pra caramba. É, até hoje não tem. Digo para a maioria das pessoas, não vai ter. É, até hoje eu não tenho 2 TB no meu computador, eu não uso 2 TB. Mas foi bem legal você lembrar disso, porque eu lembro que na época foi meio que uma revolução mesmo, porque o fat é 16, que era o sistema de arquivos padrão até então ele ele tinha esse nome porque assim ele ele usava 16 bits para endereçamento dos dados, né? Do dos clusters e tal.

Só que assim, se você fizesse uma conta lá, você via que essa capacidade de 16 bits correspondia justamente a 2 GB de de dados que podiam ser endereçados. Então, se você tivesse um HD maior com 4 GB ou mais. Você você IA aproveitar a metade dele porque Oo sistema operacional não era capaz de lidar com com toda aquela capacidade. Era tipo tamanho máximo do arquivo você está falando ou o tamanho máximo do disco? Não de endereçamento, porque assim os os dados são guardados em blocos, no, no, no, no disco rígido, né?

A capacidade total dos dados que podiam ser endereçados era de 2 GB. Aí quando você vai para o fat 32, aí você dobra essa capacidade. Só que aí ele vai. O cálculo é feito de maneira exponencial, então de 2 GB, você. Você passa a ter 2 teras, é 2 teras, se não me engano. É que aqui eu eu estava falando do tamanho máximo do disco, né? O tamanho máximo do arquivo é o que você está citando. O fecha 16 aceitava arquivos de no máximo 2 GB, então não daria para ter 11. Ah, sim, sim, sim, sim.

É um arquivo maior do que isso. E aí o fecha 32 aumenta. Já o tamanho do arquivo para 4 GB, que é o que você falou, agora ele dobra, mas o tamanho máximo da partição ele aceita até 2 TB, exatamente. Então, inclusive é. Fui confirmar a informação aqui no Google e a e a. Está citando o tamanho máximo 2 Tera mais recomendados para unidades menores, segundo o Tecnoblog, ele linkando. Os. Os humilhados foram exaltados. E isso também traz uma outra lembrança de algo que era muito comum, acho que foi comum, até também mais comum ainda no Windows 98, que era o famoso procedimento de desfragmentar o disco, né? Que?

Nossa, se esqueci disso até, cara bem. Lembrado, isso era essencial, porque o que acontecia a gente tanto o fato de 16 quanto o. O 32, ele tinha lógica, que era o seguinte, você ele guardava os dados em clusters, né? E cada cluster, vamos dizer assim, que o cluster era era um era um bloquinho de dados lá no HD. Só que esses dados, você podia ter 11 mapeamento ali do disco rígido, e você podia ter clusters que estavam ocupados e outros vazios e assim por diante.

Então, não era uma coisa uniforme, você tinha de um lado. E eles ficavam distantes, não é isso, tipo, fisicamente distantes? É, eles ficavam espalhados, então imagino que você tinha 111 quantidade. X de clusters. Só que aí você tinha, sei lá, por exemplo, o 123 ocupado. Aí o quarto não estava ocupado. O que tu estava aí? Toda vez que o sistema operacional IA gravar algum dado, ele pegava os clusters que estavam livre. Só que assim, eles não estavam livros de maneira sequencial, eles ficavam espalhados, né?

Imagina 11 disco de vinil. Só que em vez da música estar completa na faixa, é um pedacinho da música, depois mais para frente, o outro pedacinho da música EE no meio, um Monte de música misturada. E aí imagina? Imagina que pra ler essa música você tem ali um índice. E aí o leitor do disco, tocador do disco de vinil lê esse índice e vê que, Ah, um pedaço está aqui, outro pedaço está ali, outro pedaço está ali, e ele tem que ficar tocando, tipo assim, girando o disco numa velocidade bizarra para ir e voltar e conseguir tocar a música sequencialmente.

Perfeito era. Era tipo isso aí, desfragmentar. Era tipo pegar todos esses pedaços, colocar na memória RAM ou. Ou colocar em um pedaço específico do disco e aí remendando e fazendo a música numa faixa só? Cara, era era bizarro, porque depois que você fazia a desfragmentação, você percebia que o desempenho do computador de fato melhorava. Então era meio que mandatório, inclusive, até para evitar que tivessem erros e, por exemplo, de de de arquivos corrompidos, que era uma coisa que acontecia até com alguma frequência.

Com a desfragmentação de disco, você deixava esses blocos mais juntos, digamos assim. Então você diminuía o risco desses arquivos ficarem danificados, EOO que era mais. Importante você otimizava o desempenho, porque os o acesso aos dados era era mais rápido né? Ou menos leito, porque uma coisa que é interessante a gente lembrar também é que cara, eu lembro que tinha computador com Windows 95 que eu que eu acessava que demorava 5 minutos para ele dar boot completo, sabe, dentre você ligar e ele de fato carregar, quando você tinha o computador rápido demorava 3 minutos, sabe? Hoje é impensável, hoje a gente não, não se se se você fala assim seu computador vai demorar 5 minutos para dar um boot e você você pensa que ele está com algum defeito, mas aquela. Na época era uma coisa trivial assim, e até nisso desfragmentação.

Ajudava um pouco, né? Então, tudo o que você podia fazer para otimizar aquele desempenho que era sofrível, pelo menos comparado a hoje, né? AA gente fazia. Eu queria que tivesse um desfragmentador de disco, ó, para cachola se desse pra gente rodar, né? Com Neuralink se você ilonuski, se você estiver aí ouvindo esse podcast, vamos inventar alguma coisa assim para colocar os eletrodos no nosso cérebro que a coisa já foi resolvida no âmbito do software. Mais ó a saúde mental.

Se tiver algo assim. Eu queria que tivesse com barulhinho. Porque eu lembro que quando tinha, a gente fazia a desfragmentação, OHD, ficava fazendo um barulhinho, sabe? Daí ele trabalhando, ele era um barulhinho. É quase o ruído branco. Sabe que o pessoal às vezes usa para dormir? Aquele ruído de quem está passando mal, tipo. É, ficavam e era constante. Zumbi era legal. Aquele barulhinho? Então vai vai rodar no seu cérebro e você vai fazer esse barulho com a sua boca, você.

Vai ficar barulho. Se tiver essa, essa solução da neuralic, eu vou aceitar com barulho? Sem barulho, não. Temos aí um episódio de Black Mirror, Hein? Tá vendo, é, deve. Ser episódio mais chato de todos, né, cara? Como que vai ser a trama desse negócio? Outra curiosidade que eu estou vendo aqui da parte técnica que eu também não lembrava isso, é que o Windows 95 foi a primeira versão do Windows a suportar nativamente processadores de 32 bits. É, a gente grava um episódio falando da da mudança do 32 para 64, né?

Do quando AMD lançou arquitetura Windows XP demorou para lançar, veio um outro nativo depois. Mas o Windows 95 foi o primeiro a suportar a arquitetura de 32 bits e permitia que os usuários executassem vários programas ao mesmo. O tempo de maneira mais eficiente e também óbvio, fazer programas que fossem mais complexos, mais poderosos, utilizando pouco melhor ali a capacidade do processador. Vocês também têm a impressão de que naquela época o software, né? Os engenheiros, os cientistas, corriam pro software tirar todo o proveito do hardware e aí melhorava um pouquinho. No hardware já vinha um software que, no caso, a gente tá falando de sistema operacional, né?

Podia demorar um pouco mais, mas em questão de 12 anos, aquilo já estava sendo utilizado e hoje nós temos. Temos hardwares absolutamente poderosos e a gente até já comentou aqui, né, que os sistemas continuam muito parecidos, já não acompanha mais, já não tem tanta evolução num campo, enquanto. Sim, sim. Vide a Apple com os processadores, né? Do Apple, como é que é o nome dos processadores da vocês? Esqueci agora, Emílio. Linha m.

Não os com ARM todos. M1M 2. Ah, é verdade. M1M 2. E beleza, é isso aí. Está vendo porque eu preciso de um desfragmentador de gente desse nível já? Não. Os processadores m eles são muito poderosos. E aí você coloca, você compra um aparelho, né? Com esse processador para rodar o Chrome que a. Em sua essência, é a mesma coisa há 10 anos assim. Ah, mas de baixo o capô tem muita coisa acontecendo, né? Os sites estão muito mais pesados, muitos Java script. Agora, recurso de a é, mas eu entendo o que você está falando. Mas pensa, não tinha multitarefa aí? De repente tinha uma multitarefa mais ou menos, e de repente tinha uma multitarefa muito boa.

É, tinha. Por exemplo, a gente falou do fat 32, né? Que os arquivos eram muito pequenos, até 2 GB é no fat 16. Aí foi para 4 GB, limites de HD de 2 Tera. E essa foi uma grande diferença também da arquitetura de. E 32 bits, porque você podia usar até o momento 640 kbytes de memória RAM com arquitetura anterior de 16. E com 32 você passou a poder ter 4 GB de RAM, embora ninguém tivesse nada perto disso para rodar o Windows 95, né? Eu lembro que com meu XP eu tinha 64 MB ou 128. Acho que 128 MB com meu XP, que já era pouco, né? Para o Windows XP, mas para o Windows 98 eu instalava em máquina.

Quando era técnico, eu instalava em máquina com 32, né? Liga de RAM é 32 MB de RAM é muito bizarro, é muito pequeno, né? Eu não lembro qual foi a versão do Windows, mas eu lembro de ouvir do meu amigo, que é meu técnico de informática, que ajudava a montar computador e fazer manutenção. Ele falou, não, cara, essa aqui, essa aqui é de 1 GB. Eu vou colocar 1 GB de RAM No No seu computador. Eu falei. Caraca, Mano, é muita memória. Né?

Tipo, eu estou completamente no outro mundo assim, tipo, futuro realmente chegou, et cetera, et cetera. No começo dos anos 2000, ali 2004, 2005, primeira metade. Quando eu eu trabalhava de técnico de informática, eu lembro que ainda instalava bastante o Windows 98 para galera, porque eram máquinas do final dos anos 90, começo dos anos 2000. Então chegavam máquinas ali com 32 MB de RAM, que às vezes estavam rodando o Windows Millennium, né? Já era um pouco mais pesado e eu já falava, não vamos mudar para o Windows 98 que você vai conseguir aproveitar melhor a máquina, né não?

Vamos mudar para o Windows 98 porque você está com Millennium e você não? Merece isso. Só isso. O argumento acabou ali. É, eu gostava até do milênio, mas sabendo que era bugado. É, mas aí a. Até eu gostava do vista também, então eu não tenho credibilidade nenhuma pra falar alguma coisa. Complicado. Eu eu comprei o Windows vista OM eu comprei o Windows vista quando lançou. Não foi o Windows vista que na época eu eu estava na minha primeira passagem pelo Tecnoblog e a Microsoft mandou também uma caixa Windows 7 era uma caixa, era o Windows 7 a.

Signature do balmer ainda, né? Assinado pelo balmer é, é, é, ainda temos. Eu devo ter aqui ainda, mas a gente ganhou umas parte dela e sorteamos algumas no Tecnoblog, inclusive você lembra o famoso deu a louca? No tecno blog é manda uma mensagem no caixa postal techno Cash no Telegram se você é dessa época, lembra do the olok no tecno blog? E conta pra gente, qual remédio você está tomando? Porque as costas? Doem para. Desfragmentar aí?

Eu queria trazer um outro assunto, que é um recurso do Windows 95, eu não lembrava que tinha surgido com o Windows 95, que é o plugin play. Nossa. Porque, cara, assim que saiu o 95, né? Assim que se popularizou no Brasil, eu lembro de ir em essas lojas assim, do varejo tradicional, que tinham muitas coisas de informática. Até hoje é mais difícil de encontrar. Aqui no Rio tem uma curiosidade que, depois de um tempo, abriram verdadeiros. Tradicional, os produtos com o selo do Plug play e a minha curiosidade na época de ué, mas o que que é isso, né?

O que que isso vai vai adiantar? E eu não sou maior especialista no assunto, mas pelo que eu me lembro, a proposta do Plug play era aquilo de não precisar ficar carregando o driver para cá e para lá, o driver certo para aquele hardware que você tinha. Então uma grande promessa de facilidade. Mas na prática, eu lembro de ter dor de cabeça com alguns periféricos que eu havia comprado ou pessoas da minha família. E um em especial eu me lembro porque eu morava num bairro e a minha tia morava umas 34 ruas para cima e ela comprou uma webcam, né?

E naquela época eu já era o sobrinho da informática, então me chamou para instalar e eu não conseguia instalar aquilo de jeito nenhum. E ficou na minha memória, porque era um momento em que o computador estava ficando multimídia, smartphone não é, estava nem assim, estava longe, celular com câmera estava longe, é, pô, se tem uma webcam conseguir transmitir as coisas, é. Era pelo eu nem lembro qual era o programa que a gente usava para fazer vídeo, vídeo, chamada.

Skype. Não. Não era o Skype deixa eu. Só entender que ano que foi isso? Não, isso foi na ali No No bojo de Windows 95, por causa do pug play. Esquece o que eu? Falei, nossa, não faço ideia. Foi antes, mas tinha um programa. Aim, não sei se portava. Era era um programa da Microsoft, se se bem me lembro, ou então era algum programa da da fabricante da web q. É, mas o ponto é, tentei de todas as formas, não consegui instalar a webcam. O computador entendia que tinha ali um hardware, mas não conseguia fazer Oo driver funcionar direito.

Foram meses e meses até conseguir baixar na internet um driver que depois funcionou. Então que dor de cabeça. Ele introduziu uma ideia bacana que foi se aprimorando depois, que é o Plug play, mas ele não tinha 11 suporte muito grande ainda, né? Uma biblioteca muito grande. Exatamente. Nela que o Windows 98 eu lembro que foi. Melhorando isso. Mas também não era muito bom, não OIME. Já era muito melhor nesse sentido, inclusive de você conseguir explugar uma parada ali.

Às vezes ele tinha um driver genérico que funcionava, não era exatamente o driver daquele dispositivo. E nisso você não precisava colocar o instalador da própria empresa, né? Do, do, daquele, do daquele item, porque aqueles instaladores também eram filhotes do capeta. Eles vinham com Yahoo, vinham com é nossa, vinha com tudo. Tudo que você podia imaginar, vem. Em ali, você avançar, avançar, avançar, avançar, instalou 1000000 de coisas junto com o simples driver. Não, mas sem falar que de novo volta naquilo que eu falei da distribuição, né?

Você tinha que ter o disquete da webcam, quem que guarda manual, disquete de produto que vem junto, então todo mundo perdia o driver, né? E aí você não tinha internet para baixar, tipo assim, vou instalar Oo meu s robótics aqui o meu modem para conectar a internet. Ih, caraca, perdi o disquete, como é que eu acesso a internet para baixar o driver? O disquete corrompeu. É ou isso, né? Muito. Muito bem lembrado, né? Que era muito comum na época uhum, então realmente era muito mais difícil instalar os os dispositivos nessa época. Olha, com base na minha experiência, a perceção. Que eu tenho é de que a Microsoft só conseguiu de fato implementar uma solução Plug play eficaz mesmo de verdade, funcionava de verdade no Windows XP. É aí a coisa mudou.

É porque No No o Windows 95 que nem o tarsos, enfatizou. Ele introduziu esse recurso, mas assim era algo, sei lá, estava em falasia alfa, sabe? Não era nem fase beta assim, era algo que era era muito difícil de impulsionar. Eu lembro que cara tinha um negócio que a gente tinha que fazer, que eu odiava, que era mexer com irc IRQ, que eram interrupções, né? Era, era basicamente. Mente você entrar lá, acho que era na, no, no, no, no BIOS que você entrava e aí você ajustava as portas lá do do hardware para que você conseguisse definir uma prioridade.

Aí. Essa prioridade era para que o hardware pudesse se interromper algum programa em execução para conseguir atenção do processador. Sabe algo? Era, era algo nessa pegada, aí hoje isso é é feito de maneira totalmente automática, mas naquela época você tinha que fazer isso manualmente, cara, era uma dor de cabeça terrível. Isso era necessário principalmente para fazer modem funcionar, que era modem. De internet e discada, né? Que nem Oo western robots que o que o moblô lembrou agora pouco. Aí obviamente que você o que de fato funcionava para fazer Oo hardware funcionar era o driver, né? Só que você tinha alguns problemas que nem já foi adiantado, que às vezes você perdia o disquete, ou então ele estava corrompido, ou então às vezes que era algo que aconteceu comigo com uma certa frequência, que era você instalar, você tinha lá uma caixa de de de disquetes e aí você lá instalava o driver errado e o sistema operacional não conseguia. Hoje se você tem que instalar um. Errado.

Você tem que meio que forçar, porque o Windows XP ele consegue falar, ó, isso aqui não é um hardware desse componente e tal, mas naquela época não existia. Isso, ô seu burro, se liga aí, cara. Tá mandando. Naquela época existia. Isso, então você tinha uma caixa de disquetes lá e você IA pegava um driver lá que você achava que era o certo, mas não era cara. Que confusão era era era problema para instalar impressora, scanner, que era um negócio que a gente usava. Hoje é quase não tem scanner, né? Mas na época era muito comum você ter aquele que era só o scanner mesmo.

Hoje a gente tem as multifuncionais, né? Mas naquela época. Tinha os os scanners scose sabe de interface scose já lembra da interface scose? E eu não lembro. Disso não aham eu. Que era outra dor de cabeça também, mas era muito confiável depois que funcionava, né? Depois que você conseguia configurar? Para fazer funcionar? É. Cara, assim, não é exatamente o que você está falando, mas é dentro do contexto de hardware. Eu lembrei, falei de West robotics, né?

Que era, era, sei lá, Ferrari dos modems na época, né? E a gente tinha o modem hardware, que é o modem que vinha completo ali com o chip de. Orçamento e tinha Oo modem, que ele era só a interface de conexão, mas ele usava o processador do computador, soft modem soft, isso. E aí O Astro Roblox era cara, era é Ferrari assim, todo mundo queria, porque era o melhor de todos. Era o modem hardware, que tinha tudo. E para um contexto onde você tinha processadores 133, 200 megahertz, 233166, né?

Às vezes tinha o modo turbo. No PC que você apertava o botão para ligar o turbo, fazia muita diferença usar um pouquinho do processador para o modo. Modem também, né? E aí eu fui pesquisar aqui porque eu lembro que os modems hardware, eles foram perdendo a popularidade e aí você só achava os modems soft Na Na, nas lojas, né? E eu estava tentando lembrar das marcas, vou citar aqui, só para desbloquear aí memórias em quem está ouvindo, também em vocês, dos concorrentes da época. Então o principal que eu lembro aqui é o é o lucent, vocês lembram?

Lembro da lucent technólogy, né, que tinha também o os modems. Mas aí tinha coisas de, por exemplo, Rockwell, que também era um que eu lembro bastante. Broadcom já tinha naquela época ou não? Eu acho que é é depois, né? Eu acho que a broadcom já é o Windows XP, não é o Windows 95, não. Sim, é. Enfim, mas é, é isso, né? Dentro do contexto do Plug play, também de hardware, é que aí o Plug play também. A gente está falando, óbvio, de portas, não necessariamente de abrir o computador e plugar o hardware lá, né?

Também, né? Tenho instalação do driver ali, mas é que hoje, quando a gente pensa em Plug play, a gente pensa mais em dispositivos externos, né? Mas naquela época também era tudo. Cara, era era era um outro universo, né? Até para você instalar hardware, por exemplo, para você instalar uma HD, você tinha que configurar ele como master ou slave Na Na mexendo no como é que era o nome da pecinha que até esqueci o nome da pecinha que você mexia no h.

D que você trocava ali, né? Jumper. Era IDE ainda aquele cabo flat? Exato, fininho e lado era IDE, era IDE. Depois virou sata, que daí você podia desplugar e não, não acontecia nada. Exatamente. Aí você tinha que ligar a fonte No No no. Na época do do Windows 95, era muito comum a gente ter PCs do tipo AT. Depois virou ATX, né? Mas OAT eu lembro disso de que era um trauma, porque assim você tinha que conectar a fonte da alimentação na placa mãe EE. Eram 2 conectores e se você não tomasse cuidado, você colocava esses conectores invertidos entre eles. Invertido.

E queimava a placa e queimava a placa. E eu falo que é o trauma, porque eu passei por isso. Eu passei por isso, né, cara? Então. E é uma coisa tão óbvia que você vê assim. Quem foi um engenheiro que projetou isso, né, cara? Não é possível. Alguém que achava muito simples, tipo assim, não, as pessoas não vão confundir isso aqui. Isso aqui são são são muito diferentes esses cabos. Se ninguém vai dar esse mole, Ops. Por essa lógica, às vezes da gente pensar no hardware, o Windows 95 era a coisa mais leve que tinha da da época.

Assim, era a parte menos aventureira, porque lidar com hardware, depois com os, porque assim com o driver. A gente está falando de quem que era responsável pelo driver, do fabricante do hardware, né? Então, assim, não dava para colocar a culpa na Microsoft. Somente se o seu rádio não estava funcionando No No computador com Windows 95. Mas se pensar bem, cara, o Windows 95, por essa ótica, era a parte mais leve que tinha nessa história toda.

Sabe? O resto que a gente realmente entrava em pânico, né? Seja para configurar o driver, seja para evitar que você colocasse 11 fonte errada no seu PC. Ou seja, até pra fazer outra coisa que eu lembro que era aterrorizante de fazer, mas eu acho que poucas pessoas faziam que era, por exemplo, você tinha um HD lá pequeno e você queria. OHD maior, então você tinha que trocar o sistema operacional de de HD, né, que você tinha que clonar, cara, era pavoroso, fazia isso com Windows 95, era pavoroso. Eu acho que, em parte, o problema estava No No no fat 32 e também no fat 16.

É o sistema de arquivos, né? Talvez por essa coisa da fragmentação dos dados, isso tornava OA cópia menos confiável. Então eu acho que era isso, cara, era uma experiência traumatizante fazer isso. Só pra gente falar aqui de alguns números, o Windows 95, em 4 dias, já tinha vendido 1000000 de. Cópias distribuídas, né? Em 5 semanas, pouco mais de 1 mês, ele alcançou a marca de 7000000 de unidades vendidas no mundo todo. Pode parecer pouco, né, para os números de hoje, onde todo mundo tem um celular no bolso, mas para aquela época era uma marca realmente impressionante, ainda mais considerando que a distribuição não vinha automaticamente pela internet, como é hoje com o iPhone, com com o Windows e tudo mais, né? 7000000 de cópias distribuídas significava que alguns milhões de pessoas saíram de suas casas, foram para lojas, formaram filas.

Você teve que mobilizar as pessoas para, literalmente, sabe, levantar o traseiro da cadeira e ir lá fazer um negócio que que é totalmente diferente do que a gente tem hoje. Produzir OCD ROM e mandar ele fisicamente para o mundo todo também, né? E. Aí todo mundo queria ter essa versão do sistema. É, e ele se tornou tão onipresente que, em 1998, 3 anos depois do lançamento, cerca de 57% dos computadores já rodavam o Windows 95, então até anotado na nossa pauta que nenhum outro sistema para desktop chegou perto disso.

Naquela época, o segundo colocado foi o Windows 98, sucessor de 95, que tinha 17%, enquanto que MEC OS né? Ainda era muito pequeno. Ele sempre foi muito pequeno, né? Mas tinha 8% em meados dos anos 90. Então essa estratégia da Microsoft fica muito claro até na nossa conversa, né, que computador ainda era uma coisa muito para nerd, para especialista, e ele estava passando por essa transição de virar um dispositivo para estar na sala, para estar no quarto e todo mundo conseguir sentar ali e usar.

Sem muita dificuldade, Plug play, esses recursos que o Windows 95 introduziu, coisas multimídia, acesso à internet, né? Foi muito nesse sentido de fazer as pessoas se identificarem mais, até Na Na publicidade, né? Se identificarem mais com o computador, com o sistema operacional. Ele colocou a Microsoft nessa posição de dominância. Mas mesmo que não tivesse colocado, foi ele que começou a trazer essa, essa imagem, essa mudança real para para popularizar isso para as pessoas, né? E os recursos como Plug play, que não funciona? Estavam muito bem, que eram focados justamente em fazer pessoas leigas conseguirem usar o computador sem dificuldade. Ainda estavam iniciando, ainda estavam começando, mas nos anos seguintes também ficaram muito mais aprimorados. E um detalhe muito interessante é que na época do lançamento do Windows 95, de fato, ele foi lançado inicialmente com distribuição via disquetes, né?

E tem um cara chamado Brad silberberg que ele. No ano passado, ele postou a caixa da primeira cópia dessas distribuições do Windows 95. Já em. Interessante porque Na Na Na foto que ele postou na parte de cima da caixa, a Microsoft já fala, olha, ele é compatível com programas para Windows EMS dos justamente queria pegar esteiro do do MS-DOS que a gente discutiu aqui agora há pouco, né? Outra parte que era interessante também é que o Windows 95 chegou a ser distribuído em CD, porém os CDS não tinham, pelo menos a boa parte deles não tinham boot.

Então você precisava fazer instalação por CD com disquete de boot, você tinha que colocar. Nossa Alecrim? Caramba, você está do disquete de boot, é disso? E aí sim, que você conseguia fazer instalação por CD. Porém, se você fosse fazer instalação pela via tradicional, que era com disquete, eram 13 disquetes e você tinha a ordem certa de colocar, e se qualquer um desses disquetes tivesse corrompido? Você estava lascada. Claro o detalhe, ele tinha entre 25 e 30 MB, a versão de disquete. A versão de CD tinha um pouquinho +55 MB de instalação, um sistema operacional inteiro.

É bizarro, né? Hoje em dia, as as fotos no seu celular, com 200 megapixels, têm mais. Do que isso? As fotos de uma tiradas de uma tekpix tem mais. E outro ponto que eu me lembrei aqui é que o Windows 95 introduziu algo que nos acompanhou por muitos anos, criou muita dor de cabeça para a Microsoft, inclusive um processo antitruste nos Estados Unidos e que as pessoas primeiro gostavam e depois amaram odiar que é o internet Explorer. Junto com o Windows 95, veio o internet Explorer 1.0 não junto. Ele vinha junto com aquele pacote plus, né? Né?

Que custava? Custava 50 USD a mais. Mas aí então, as pessoas já sendo expostas à internet, com o navegador que tinha ali, com aquele ícone que se tornou o símbolo da internet, né? De navegar na web mesmo e com todas as dores de cabeça que vieram na sequência. Então, se parar pra pensar, antes disso, ninguém estava preocupado, não existia tecnologia suficiente e, portanto, não havia necessidade de ter um navegador no seu computador, no seu micro uhum é e hoje é, há muitos anos já é.

Absolutamente impensável isso. Temos muitas opções, você usa internet Explorer para baixar o Chrome e instalar no seu computador ou outros, mas já teve a época do Firefox. Acho que teve uma época que não foi tão forte assim, mas o opera teve uma presença maior e começou lá atrás, né? Vocês se lembram de como é que era navegar na internet nessa época, se é que conseguia navegar, né? O mobilon citou o laboratório no. 99 minha primeira experiência cara já era com Windows, na verdade era com Windows net. Porque era laboratório da escola. Eles usavam o Windows net.

Era net o nome, né? Lecrim eu lembro que foi a base do Windows 2000 também. Acho que era o Windows net, deixa eu até pesquisar, porque também não tenho certeza, mas acho que era isso. Que era mais, era mais corporativo assim. Cara, eu, eu, eu não tenho essa essa experiência nessa época, porque realmente demorei muito para ter internet. É em casa. Mas antes disso, eu eu consegui acessar em cursos de informática tal, porque obviamente tinha essa coisa do curso de informática. Já até comentei assim, outro episódio, né? Tipo a noção de que.

Aquele momento, e isso também está conectado a todas as mudanças culturais que o 95 trouxe. Havia a noção de que todo mundo tinha que aprender a usar computador, fosse quem fosse. Eu fiz o curso de informática no mesmo curso que meu pai fez na mesma sala. Aquele a gente chegou a fazer o curso junto, então tipo assim, eu era criança chegando ali na adolescência, então um pouquinho mais que adolescente e meu pai mais vale que eu e outros adultos fazendo juntos ali, porque todo mundo tinha que saber inseriu, se ali essa essa ideia.

Então acho que foi ali que eu tive minhas primeiras experiências com a internet de usar clicar 2 vezes naquele ícone azul. Luzinho do com a letra EE. Vamos ver o que acontece aqui. Eu lembro do primeiro site que eu acessei, cara. Não, não, não fala. Você não tinha idade para acessar esse site? Josué, não fale. Cara, nem nem existia esse tipo de site. Na época, eu acho é. Mesmo que eu tivesse tentado nessa época, sei lá, uma coisa que 11 Pixel de mamilo IA demorar 70 anos para carregar.

Carregado. Nem isso. Mas o primeiro site que eu acessei, cara, tinha revista que era a revista herói, que era uma revista que pô é, tinha coisa de desenho. Do cavaleiro zodíaco, o cavaleiro. Zodíaco é Ah, outros animes, é aqueles tococates e tal, aham, aqueles seriados japoneses e tal. EE cobriu esse tipo de conteúdo. Eles tinham o site. O primeiro site que eu entrei foi heroi.com.br, e aí, Vila, caraca, tipo, era uma listazinha de links, tá ligado que que você clicava IA para as notícias de Ah, o filme que vai sair alguma coisa desse tipo?

E aí eu lembro que foi. No curso de informática, minha lembrança é essa, provavelmente na máquina que devia ser o Windows 98, no máximo assim. Eu falei, o Windows net era o Windows NT, é que acho que a gente falava net, que era new technology, e o Windows NT ele foi. É interessante nesse contexto também, porque o Windows XP foi baseado nessa tecnologia. Ele sai, ele saía do dos, né? Ele já não era mais a base dos. Então aqui a gente está falando 95, que era só uma roupagem, e o dos por baixo, depois 98 também.

E aí o net já era Microsoft com uma variante. Li que depois virou a base do Windows 2000. Se eu não estou enganado, depois da base do Windows XP também. E aí o resto é história. É algo que lá em 95, com o internet Explorer e 1.0, as pessoas conseguiam acessar. Era o site da folha de São Paulo. A folha lançou a versão inicial do site, chamada folha online, naquele ano e logo na sequência, o Estadão lançou o Estadão online. Eu não lembro se foi um desses, os primeiros que eu acessei. Mas era aquilo, interface absolutamente de texto com. Hiperlinks e estava de bom tamanho. Hiperlinks as uzões assim, né, tipo assim? As uzões e aquilo de clicar e ir preparar o café, porque vai demorar o que quer que seja, vai demorar para chegar ali e. Navegação não era em abas, ela abriu uma janela nova, lembra. Sim, bem lembrado, bem lembrado uma. Janela única é é curioso porque eu não lembro de ter usado o internet Explorer no Windows 95, mas. Daí eu devo ter usado, só tô, só não tô lembrando. Por outro lado, eu lembro que eu usava o netscape, eu lembro que porque assim, o padrão de toda a

página web é você ter um fundo branco, né? anão ser que você passe uma configuração lá e coloque outra cor. Mas eu lembro que naquela época era muito comum a página ter o fundo, o mesmo fundo do da da estrutura do navegador. Então você era cinza, a página também era cinza, sabe? Ela não diferenciava. Os menus, né? AAA janela em si da página. Então era uma coisa toda cinza. Era um bloco só de informações. Eu não sei se era só No No, no netscape que era assim, mas eu tenho uma lembrança disso. Eu acho que naquela época era mais comum as páginas terem cores assim, então você acessava uma página que o fundo era verde ou blog também tinha bastante disso, né? Mas depois que começou, acho que Google que mudou um pouco isso, né?

De fundo branco, interface, clean, tal. E aí foi estabelecendo esse novo padrão, mas o Google em 98, né? O lançamento, inclusive, mas a. Até então, eu lembro que 99 mesmo quando eu comecei a usar, era tudo muito colorido, na verdade, por ser tudo feito em tabela também. Era tudo meio quadradão assim, né? Com com bordas, et cetera. A internet foi em tabela, cara, caraca. É, e eu comecei a usar a internet com meus coleguinhas ali que me me Ah, não, então você tem que criar um e-mail. Aí eu acessei o zipmail, eu criei um e-mail lá, que era caixa de entrada de 2 MB e chat UOL, Ah, vamos o que que eu faço na internet?

Para que que serve a internet? bate-papo UOL e depois que eu fui descobrindo. Né? Buscador alta vista, e aí você podia pesquisar coisas e fazer coisas na internet, enfim, mas era era muito mais a adrenalina de entender que tipo assim, cara, através da tela do computador eu estou conectado ao mundo inteiro. Isso me dava uma adrenalina, mesmo que eu não tivesse fazendo nada. Mas o fato de saber que eu podia entrar num num site que uma galera, sei lá de outra, de outro continente, montou aquele site, me deixava tipo assim, caraca, isso é muito legal, né? Muito avançado isso.

É o que eu IA falar sobre as. Referência de navegar na web é que você clicava, levava 1000000 de anos, você saia para preparar o seu café, voltava, ainda estava carregando e a gente achava animal, ficava dizendo, nossa, está na velocidade do Star Trek aqui. E não, mas é. Perto do que se tinha? E era bem legal também essa parte da comunicação, porque eu lembro que eu usei muito o irc, né? IRC, né? O irc que o programa chamado mirc, né?

Só que eu lembro que eu usei mais no Windows 98. Eu devo ter acessado também no 95, mas foi mais no 98. Mas era era padrão, cara, dava meia-noite de dia de semana, né, para economizar pulso de ligação de chamada telefônica. Então a gente seria um Monte de gente entrando nas salas de de de mirc à noite e ficava, acho que até 12 horas da manhã e quando era final de semana era o dia inteiro, né? No sábado, acho que era a partir das 2:00 da tarde, salvo engano, e domingo era o dia inteiro, então era era uma diversão enorme, cara, e era uma comunicação toda baseada em texto, né? Você podia usar Oo mirc para compartilhar arquivos eu lembro que eu baixava música.

Isso já foi um pouco mais tarde. Acho que foi na época do Windows XP que eu ainda usava mirc nessa época, mas dava para baixar música que o pessoal compartilhava arquivos No No Bia, mirc e só que assim, você, por exemplo, você era uma música que tinha, sei lá, 3 MB, é, você colocava para baixar meia-noite e quando você acordava no dia seguinte, você IA ver se estava pronto, se tinha baixado, porque ficava a noite toda baixando. Talvez estivesse, talvez não, né?

Talvez não era a música. Na hora, porque a conexão de escada não era confiável, né? Caia, caia muito. O Milk era muito louco, porque você? Conversava, entrava em salas, por exemplo, aqui, entrava na sala Americana, hashtag Americana, e aí tinha um Monte de gente falando naquela sala, alguém quer tecer e um Monte de nicks do lado, que são nicks fictícios, fictícios. Ninguém usava nome de verdade ali, né? Então, no máximo, era tipo assim, amandinha, sei lá do quê, tipo, não eram nomes reais, e aí você escolhia uma pessoa aleatória, não tinha Avatar, não tinha foto para chamar atenção, a galera bolava nicknames com caracteres mais elaborados ou cores mais elaboradas, mas não tinha.

Nome era só texto, como se fosse um terminal, e aí você podia puxar a conversa e torcer para desenvolver essa conversa ali com a pessoa, né? Mas para todos os efeitos, você não sabia com quem você estava falando. Provavelmente era alguém da cidade, né? Mas você não tinha certeza. E aí você chegava às vezes num ponto da da conversa que a pessoa às vezes pedia para você mandar uma foto e quase ninguém tinha foto porque não tinha câmera digital, né? Mas às vezes num evento de você ter um amigo que foi num rolê uma vez e levou uma câmera, aquela câmera de 1 MB. Pixel, né?

E depois compartilhou com você aquela foto aí você arrastava dentro do do aplicativo, ele que usava o do software, né? Vamos falar certo do programa, o meu era o the seven deadly sins, porque sim, alguém me indicou, eu instalei e aí ficava lá aquela foto carregando para a pessoa baixar na máquina dela e ver AI que legal, Ah, eu sou o que está de azul ali Na Na Na foto ali, Ah, que legal, enfim, esse mistério gerava uma magia também, né? Tinha 11 coisa diferente de hoje que está tudo público, né? Você entra no Instagram a vida da. A pessoa está toda exposta, né?

Era um pouco diferente. Foi o maior risco hoje é você estar conversando com alguém, achando que é uma pessoa e é uma inteligência artificial, né? Agora tem essa. Nessa época, pelo menos você sabia que era uma pessoa, porque anunciar a pessoa que estava lá? Fui anunciar a mandinha, não sei o quê, mas era um ser humano do outro lado, sabe? Se era gente boa, não sabemos, mas era gente. E nisso que o mobilão comentou de acessar coisas de todos os continentes, me remete a ter acesso a dados, ter acesso à cultura, ter acesso a. Da informação e no 95 surgiu no Windows 95, surgiu um negócio que também se perpetuou por muitos anos, que era a enciclopédia em carta.

Foi ali que ela surgiu, eu tive e inicialmente eu não lembro se eu peguei a fase de disquete, com certeza peguei a fase de CDE, era antes de ter wikipedia, existia a enciclopédia em carta, então eles compravam, né? A Microsoft licenciava enciclopédias de verdade que antigamente eram impressas, colocava aquilo numa interface de computador. Muito mais fácil de pesquisar, a gente achava, pelo menos na época, e todo mundo adorava, porque você tinha ali o que antes precisava ficar folheando página atrás de página, atrás de página, não era uma busca que nem é de hoje, não era 11 copylet para você perguntar e ter uma resposta personalizada para você, mas tinha o texto, tinha figuras em alguns momentos, note que eu falei figuras, tá, em alguns momentos tínhamos fotos e de vez em quando tinha os negócios que eram interativos. Aí a minha memória já está me falhando. Eu não sei se tudo foi logo com a do 95. Não conse, foi mais pra frente, mas foi é nesse nesse período, né?

De desenvolvimento. Meu Deus do céu, agora quanto é encarta? Não é encarta, é encarta. Tudo junto é NCARTA. É, acabou, olha que encarta tiro. Esse bagulho, cara, eu já. Caraca, cara, voltou agora blashman the pass. Caraca. Não no. No primeiro semestre, eu visitei a sede da Microsoft lá nos Estados Unidos, pelos 50 anos da Microsoft, e eles têm uma espécie de arquivo, museu, sei lá, não lembro como eles chamam, mas eles guardam peças da história da.

Microsoft e pelo que me entendi e me lembro, a técnica é ter pelo menos 2 produtos bons e aí ninguém mexe neles e tem um terceiro que aí pode emprestar coisa e tal. Uma das partes em que as pessoas ficaram mais doidas e prestando atenção foi a parte da encarta, porque muitos ali deviam ter idade parecida com a minha, né? E utilizaram em carta e viraram os jornalistas. E é aquilo, precisa ter fonte, precisa consultar, precisa ter certeza do que você está falando. Então todo mundo meio pirando assim, nossa AA original da encarta a gente está vendo aqui.

E agora? Aí foi muito maneiro. Eu lembro do encarta, mas eu lembro de não ter conseguido usar, até porque eu eu acho que era um pouquinho caro e de fato era distribuído em CD. É, é, é até a razão pela qual eu acho que eu não tive acesso ao internet Explorer 1.0 de imediato. Pesquisando aqui agora, eu vi que o internet Explorer 1.0, ele foi distribuído na versão de CD do Windows 95. E eu lembro que quando eu utilizei OAOO Windows 95, foi na versão de disquete, que era uma versão, por motivos óbvios, reduzida em recurso.

Dos, então eu acho que foi por isso que eu não tive contato com o em carta. Por outro lado, eu tive contato com outro software na época que eram muito importante, que era Oo Microsoft Money aham que é era um gerenciador de de de despesas de. É o gerenciador financeiro, né? O. Alecrimzinho com a sua mesadinha, colocando lá a entrada e saída de dinheiro do Microsoft Money. Eu não fazia. Ideia do do por que que eu usava aquele software? Porque e eu não sei porque, como eu consegui uma cópia, porque assim não tinha dinheiro nenhum. Até hoje a Liberdade é assim, né? Algumas?

Coisas não mudaram muito assim. Algumas coisas não mudaram. 95. Mas eu lembro que Oo Microsoft Money eu tinha, só não tinha o Money, mas Oo programa tinha lá. Mas estava lá. Não. E existia essa filosofia. Não sei se esse é o nome, mas da curiosidade de querer fuçar. Então chegava uma nova versão de sistema. Você IA lá abrindo tudo pra pra ver o que tinha. É justamente porque não tinha internet ainda, né? Que que a gente IA fazer no computador?

Pois é, era gostoso mexer no computador, mas não tinha muito o que fazer. A gente ficava brincando de mudar o tema do Windows, mudar as, customizar as cores do tema do Windows, papel de parede, mexer no ícone do aplicativo, entrar no site da banda que você gostava, né? Enfim. Aí já com a internet também. Mas a questão da internet também é que a conexão era em horários específicos. Aqui no Brasil ninguém tinha banda larga, então era depois da meia-noite ou final de semana.

Então você queria usar o computador durante o dia, sei lá, era pra jogar a carne em San Diego, é? Ou aquele joguinho de Fórmula 1, né? Esses joguinhos mais avançados, tipo ilha dos macacos, full troto, doom, era isso, não tinha muito o que fazer no computador, mas era era mágico, era muito divertido. E então isso vou chegando ao final de maio os episódios do techno Cash. Aí conta pra gente quantas memórias você desbloqueou ouvindo esse episódio e compartilha com a gente essas memórias também lá no caixa postal, techno Cash no Telegram ou no ZAP.

O link do grupo está na descrição deste episódio. Se quiser continuar o papo com a gente em todas as redes, eu sou arroba ubilon. Arroba Josué de Olive underline, você me encontra principalmente no trads. Eu sou arroba tacius THASSIOS pode acessar meu quer dizer o trads ou o Instagram e. Eu sou o arroba e alecren. Ex técnico vai ficando por aqui. A gente volta com outro daqui 15 dias. Tchau. Até mais. Este podcast foi editado pela maremoto. Daqui a 30 anos, comemorando ou não? Se a gente estiver viva ainda, a gente se junta só para gravar um episódio de 60 anos do Windows 95. Reunião da banda, né?

Bom que a pauta está pronta repetir. É isso legal? Só que a pauta vai ser se a gente lembra o que a gente falou nesse episódio. Não vai lembrar? Eu já não estou lembrando, acabei de falar e já não estou lembrando. Não vai ser o nostalgia do 95, vai ser o nostalgia da gente gravando da primeira vez que sobre 95. Tchau. Chega tchau.

Transcript supplied by the publisher with the episode.

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  8. 9 Jul 2025 · 1 hr 18 min

    O ChatGPT está te deixando mais preguiçoso?

    Você já parou pra pensar em como o ChatGPT afeta o seu cérebro? Segundo um estudo recente do MIT, a ferramenta pode ter um impacto negativo em áreas como criatividade e pensamento crítico. A IA torna possível algo até então impensável: a terceirização do processo cognitivo. Assim, tarefas que antes exigiriam raciocínio são entregues a chatbots, que fazem o trabalho por nós. A tecnologia estaria, portanto, nos deixando mais preguiçosos. Mas quais serão as consequências disso a longo prazo? Como lidar com esse fenômeno em ambientes como escolas e universidades, onde o esforço mental é decisivo…

  9. 25 Jun 2025 · 40 min

    O crime tem antena própria

    Uma nova ferramenta usada para dar golpes vem aparecendo com mais frequência no Brasil: as estações rádio base falsas. Em resumo, as ERBs bloqueiam o sinal das operadoras e usam a rede 2G para disparar SMSs com phishing. No episódio de hoje a explica melhor como funcionam esses golpes e o que é possível fazer para se proteger. Dá o play e vem com a gente! Mande seu recado Grupos da Caixa Postal do Tecnocast: Telegram: t.me/caixapostaltecnocast WhatsApp: tbnet.me/caixapostaltecnocast Você pode mandar comentários (inclusive em áudio, vai que você aparece no Tecnocast?), dúvidas, críticas e…

  10. 12 Jun 2025 · 1 hr 25 min

    Liquid Glass

    A Apple apresentou o novo design de todos os seus sistemas operacionais na WWDC 2025. Ele foi chamado Liquid Glass e lembra bastante algumas coisas que a gente já viu ali pelos anos 2000. Além disso tivemos novidades grandes no iPadOS, no que diz respeito à multitarefa. Mas fora isso, o evento parece que deixou um pouquinho a desejar. Mande seu recado Grupos da Caixa Postal do Tecnocast: Telegram: t.me/caixapostaltecnocast WhatsApp: tbnet.me/caixapostaltecnocast Você pode mandar comentários (inclusive em áudio, vai que você aparece no Tecnocast?), dúvidas, críticas e sugestões. Participe! Se…

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