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Season 2, Episode 155 · Café com Dungeon

Dungeon Crawl Sci-fi de Coriolis #0155

21 May 2026 · 50 min

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Episode notes

Dungeon Crawl Sci-fi de Coriolis (Ep. 155) Balbi analisa as incursões ao abismo de Coriolis: A Grande Escuridão , comparando com o Dungeon Crawl clássico, fazendo referências de ficção científica e examinando seu aspecto procedural. Links citados no episódio Apoie Coriolis no Catarse Blame (Amazon) D&D B/X no DriveThruRPG Apoie o Café com Dungeon Apoia.se do Café com Dungeon — Quer que o Café com Dungeon volte a ter 5 episódios semanais? Considere apoiar o projeto e sua expansão. Gorjeta (PIX): [email protected] Marcas Tem uma empresa ou marca e quer ter um dia da semana no Café com…

Transcript

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As primeiras dângers que eu enfrentei era da caixa preta do day day. Era uma dânger, o zanzer, a dângers dele. Tava ali num mapa a minha frente, e a gente movia os bonequinhos como num Tabuleiro. Era legal. Não me entenda mal, mas a experiência ficou muito mais interessante quando a gente começou a jogar as dângers mais no teatro da mente. Aquilo foi muito interessante pra mim, porque tinha tudo, um mistério daquilo ali. Eu não sabia se aquilo já existia, se não existia, se O Mestre tava inventando na hora, se ele tava seguindo o mapa, se era as 2 coisas, cada hora uma coisa diferente. Mas me encantava ter um desafio a minha frente que era completamente misterioso e que eu tinha que ir apalpando aos poucos e entendendo aos poucos como se eu tivesse ali, botando a mão na parede e tentando entender cada Pedra que tem ali. Bom, acho que isso aí é um sentimento que talvez dialogue muito com essa ideia de explorar, né? E você não conhecer o que vem pela frente, por mais que você, você possa já ter.

Aquilo ali é preparado pelo mestre ou não. Aquilo é o sentimento de que você está desvelando alguma coisa. A estética passa muito por isso. Isso sempre me encantou, né? De repente eu entrei em contato, até pela por recomendação da galera do café com 111 mangá chamado blain que é 11 grande Dungeon. Sai fi cheio de? Isolamento e vastidão que me lembra aquela coisa meio alien, quando eles vão incursionar naqueles planetas completamente misteriosos, né, com aqueles seres gigantescos ali? Esperando já descansando em paz ali, né? Isso aqui em blemio é bem diferente, né? O em blemio o negócio é é isolamento e vastidão, mas ao mesmo tempo é uma cidade que existe ali. Ela não tem limite, ela vai se construindo o tempo todo. É uma tecnologia totalitária, cheia de cabos e esteiras e sombria, é um crescimento desordenado que tem ali. Né?

Quase como um tumor, uma coisa orgânica ali fora de controle. E o blem. Ele traz uma narrativa tocada em cima dessa progressão, sobre o tempo e sobre o espaço. Mais do que qualquer coisa, é sobre progredir nesse ambiente que é bem inóspito, né? E que tem, assim como sei lá, glóbulos brancos fariam num corpo os elementos dessa, dessa mega dangion. Tecnológica, eles tentam te expulsar como um corpo, um corpo estranho. Aquilo ali é um procedural arquitetônico que perdeu toda razão e tudo. A serventia pro homem.

Ele passa a existir, pra existir cada vez mais, pra se expandir cada vez mais, pra ocupar o máximo de espaço que não deixa de ser um desejo do homem, né? O homem a gente entende que. Ele normalmente, OOO homem. Ele tem essa vontade de como espécie, né? De se multiplicar, preocupar mais espaço e ocupando todo o espaço. Ele conhece o espaço inteiro. Então ele tem dentro dele, né? Dentro do da vontade da espécie ele tem essa, essa necessidade de de Deus, né, de se tornar onipresente, onipotente e onisciente, né, onisciente, logo, onipotente.

E isso meio que se traduz na cidade construída na obra do homem que perdeu o controle. Resolveu tomar essa onipresença pra si. É um pro ser dural que independe. Passa a independer de nós, né? Passa a independer do do humano. Mas isso não impede que a gente dê significado pra aquilo, né? E pra mim? Blem me trouxe exatamente a mesma sensação que eu tinha quando eu via aquela dângela, que O Mestre tava mestrando pra gente e que eu não sabia se existia ou não na cabeça dele.

Quando eu fui mestrar também no teatro da mente, uma dângel assim, eu senti que eu tava construindo na mesma hora, mas ao mesmo tempo tava é explorando junto com eles ali e dando significado, né? A gente IA dando significado conforme jogava, conforme experimentava aquilo. E afinal de contas, a gente gosta de danjo porque? Ela é uma. Arquitetura que até supera a hostilidade por ser dural ou não. Ela é feita para nos matar e tem muito Encanto nisso.

Oi? Quer café? Café com o. Quê? Bom dia, amigos do café com dângio. Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG. Meu nome é Rafael balbi e eu tô aqui bolado de que eu. Quero vivenciar 11 dângeo um procedoral dessas aí e tentar dar um significado para esse procedoral dentro do jogo e tô pensando, como fazer isso? E aí eis que me aparece a tria editora, a tria editora, chegando pra mim fã do balbi.

Estamos trazendo o Coriolis aí o praticamente o Coriolis 2, né? Que depois da do lançamento da frelig né, que teve aí a primeira edição, eles estão trazendo aí OA grande escuridão, que já é uma nova encarnação do Coriolis, acho que há tempos a frente. Da primeira e agora com muito peso na exploração, inclusive, né? Eu é, eu achei muito interessante. É um medalhão do sai fi, né? Então pra quem curte aí uma exploração mais pro sedural tá com muito bem mecânica, né?

Uma exploração bem mecânica, bem pro sedural pra você meio que dá um significado em cima disso. Ela tem pontos de aventura muito interessantes ali dentro das incursões, mas fora isso, essas incursões. São como se fosse uma busca por Esperança, né? Você vai lutar contra macro, você vai lutar contra gestão de recursos para tentar voltar com a com, com relíquias ou com é artefatos de outros tempos que, de repente, ajudam a salvar a vida?

Ali que está é isolada, né? Numa navicidade, numa coisa que paira ali. Numa imensidão do espaço, né? É muito interessante o jogo. Acho que ele traz essa desolação assim, ao mesmo tempo que ele traz uma claustrofobia na cidade pra onde você volta, né? Na Na cidade, porque tem facções e tem tudo, tudo, uma politicagem possível ali que deve ser claustrofóbica. Você vai oscilar entre tá perdido no na vastidão ou tá dentro ali da tua, da tua cidade? Num num esquema claustrofóbico de política muito interessante, cheio de conflitos.

Um jogaço aí. Inclusive assim, graficamente falando, um material lindíssimo, lindíssimo. Assim, dá um pulo lá no catarse, dá uma dá uma conferida na arte assim. É um livro muito, muito, muito bonito mesmo, cara. As pinturas são Fora de Série com uma texturinha na pintura, assim um granulado muito, muito maneiro. É o designer dele, é muito interessante o jeito dele dele se explicar é muito interessante também. E é um jogo da freeling para quem é fã da freeling, e aí sabe que é o yers, yer wending com bastante modificação assim, né? Ele às vezes puxa um pouco ali pro. É pro Dragon Ban na simplicidade, né? Ele tem um combate bem bem simples, EE ilidido também, mas que permite manobras ali de uma maneira muito, muito tranquila. Então tá aí feita AAA recomendação, né? Esse episódio é oferecido pela tri editora e tá lançando agora no catarse.

Chega lá no catarse, vou deixar o link indiscritivo do episódio pra você aproveitar mais um lançamento bombástico da tri editora aí. Que comparece mais uma vez aqui no café com dângelo para garantir a sua manhã com muito RPG. Então valeu pessoal aí da tri editora por mais um. Vamos para o episódio, né? Eu não vou ler a enquete agora nesse episódio, vou ler a enquete no próximo episódio. Só priores impopulares sobre a RPG de mesa, que não necessariamente são as minhas, mas podem ser sim. Se você rola dado atrás do escudo, você é um mestre inseguro.

E aí, concorda? Se você concorda ou se você discorda, vai lá no Instagram, vamos dialogar a respeito disso. Tem feito essa e outras provocações lá e tem sido muito divertido. A galera respondendo, interagindo, tá muito maneiro também. Volta e meia bota o stories lá pra gente trocar. Uma ideia é também tem colocado algumas imagens interessantes, colocando algumas peças ali do cinema e das séries que citam RPG dentro do enredo. Enfim, tem conteúdo rolando lá no Instagram do café com dângelo.

Se você ainda não foi lá, vai lá pra ajudar a gente a bater 10 k de seguidores. A gente tá com 9 e pouco com a sua ajuda. A gente chega em 10. Vamos lá, instagram.com barra café com dângelo, vamos lá. A gente recentemente tem trabalhado muito a ideia de dângers com diferentes mentalidades, né? A gente tem as famosas dângers cortinhas ali com 3 ou 5 salas, que meio que cumpre um papel narrativo quase, né? De quem quem propõe essas dânger normalmente vai botar ali que ela tem início, meio e fim. Ou então tem 5.

Partes ali que vai terminar num chefão, normalmente é uma, é uma, é uma dângeo que tem um papel narrativo. Ou. Ela tem ali um papel de se incluir bem num num sandbox, Rex krall, uma coisa assim. Então não são dângers muito longas assim que não tá aí nesse semente pra é cumprir um papel narrativo, mas que tá ali de repente pra pra botar algumas alguns desafios interessantes sem que você se prolongue muito na dângeo. Então tem. Essas 2 dângers aí que já não são é dângers no sentido muito clássico que a gente tinha.

A gente tem também a ideia de dânger como puzzle, né? E são dângers que você vai pensar ela toda dentro da mesma ideia de puzzle, como se ela tivesse um mistério a ser resolvido ali. Uma engrenagem, um funcionamento específico, mesmo que não seja tão abstrato assim, pode ser algum problema que você tem que resolver entre facções, pode ser uma situação, um impasse. Isso é uma abordagem muito normal hoje em dia na osr, né? A gente não é.

O fantasy trabalha muito a ideia de desafio. Desafio muitas vezes pode encaminhar pra esse lado. A gente pensar que ela dângeo como um desafio inteiro é conjugando ali riscos e oportunidades, né? É, mas também tem essa ideia mais que puxa pra pra ideia de simulação, né? De tentar entender a dângeo enquanto um ambiente verossímil, né? Coerente entre si, coerente com a natureza do espaço, com o naturalismo. É gaxiano ou que dialogue muito bem com as criaturas que ali vivem, né?

Então essa essa vontade de traduzir um ambiente, né, como uma dangeon ali. Mas isso é 11 take que eu acho que é moderno, né? Acho que a gente. A gente vem numa num num momento, né? Em que as dângeo elas estão. Elas vinham sendo deixadas um pouco de lado, né? Porque o próprio DED vinha deixando um pouco de lado a dângeo, por ser um jogo que mecanizou muito a dângeo e não chegou num num lugar muito ideal pra isso. Agora ele vem retomando, né?

Em alguns, em alguns, por exemplo, no módulo introdutório do DED. É atual, né? A gente vê aí que que eles já estão retomando o danges. A gente vai ver, vai vendo. Essa é essa ideia de se aventurar em dange sendo construída novamente, né, EE? Recebendo um novo tratamento, né? Até dentro do jogo, mas o fato é que a gente a gente vai percebendo que OA gente, as pessoas não querem deixar de lado as dangeons, então elas começam a trabalhar as dangeons a partir dessas novas ideias, né?

Mas a dânjon clássica lá atrás, ela é procedural. Eu tava falando aqui do Coriolis, né, que ele é muito procedural, et cetera. Mas a dânjon que a gente tá acostumado do old School, ela é procedural, né? Como tá no livro, por exemplo, se a gente pegar OBX, né, que é o nosso nosso bread butter aqui, nosso pão com manteiga é. Se a gente pegar a experiência inicial do DED, do DED, antigo, clássico e tudo mais. A gente sabe que não tinha uma experiência, é única. Era uma coisa meio misturada, misturava, ermos, cidade, intriga palaciana, EE também dângelo, não é? Mas logo quando ODED começa a se encarar como produto. A gente vê claramente uma posição do das pessoas ali em tentar colocar o Dungeon Kroll como uma experiência inicial do dângeons Dragons, níveis um a 3.

Depois nível 4 a 5, com 4 a 6, mais ou menos, a gente vai ter os os Rex crolls ali, os erros e tudo mais. Então a gente tem o módulo expert, né? Saindo do base aqui no nível um a 3, depois o expert dali pra frente. Se você pegar o Beck man, né? Ou pegar Oo cepropedia ou o próprio ADED com suas expansões, aí você vai ver que. É. Que tem outras possibilidades ali a partir do x, né? Que aí é o pessoal tentando ganhar mais nível ainda e tentar ver a Deus e outras coisas ali. Mas o fato é que o Dungeon Kroll é a experiência do nível um a 3 como construída ali no DID, então isso até é muito claro. Se você olhar o recorte que ODID faz, né? Tem o open doors, o ladrão tem ali piclogs, tem coisas ali que são relativos muito, a experiência de dângelo mesmo, né?

Então eles tentaram construir o produto em torno disso, que é muito natural. E. Se a gente pegar, né, Oo as dângers ali, então elas tinham 11 procê dural também. Elas eram construídas de uma maneira pretensamente equilibrada. Em primeiro lugar, a gente pode olhar as dângers de acordo com níveis, né? Isso é uma coisa clássica. Se tem nível 123 dângers, quanto mais baixo, quanto mais profundo você vai na dângers, o nível é mais alto, logo você tem.

Um equilíbrio ali, entre as recompensas e desafios que você vai encontrar, as criaturas são mais poderosas, são mais peçonhentas, são mais mais difíceis. Por outro lado, você tem tesouros mais polpudos também, né? E no TDBX ali você vai ver que tem 11 estrutura construída, né? A filosofia do BX é é muito prática nesse ponto, EE é voltada mesmo por um procedimento de construção da dangeo ali o livro do no basic mesmo, né? Ele tem uma sessão.

E já começa a te mostrar um passo a passo detalhado pra você como mestre, construir, né? O seu próprio cenário de aventura ali de danjon, né? É do dos níveis iniciais e o processo é dividido em 6 partes ali primeiro que é escolher um cenário, um tema, né? Então fala pra você decidir o porquê da Dan juntar ali e tal atmosfera dela, né? Dar uns exemplos e tal, a Estela arruinado, uma mina abandonada, um. Um templo profano e tal. Depois você começa a desenhar o mapa, né?

Pega o papelzinho, quadriculado, tem os simbolozinhos que eles usam e tal, e só que antes de você preencher com monstros e tal, você vai botar a estrutura no papel. Quadriculado ali com as salas todas e tudo mais. E as instruções do BX falam o seguinte, você vai usar uma escola, uma escala padrão 1^(2) é igual a 3 m ou 10 pés. Vai incluir caminhos ramificados, salas secretas, armadilhas e conexões verticais com escadas, poços e tal. É pra você ter múltiplos níveis ali.

E o nível da dange não deve corresponder idealmente ao nível de poder dos personagens quando estiverem invadindo ali, né? Então que você vai obrigar isso? Não que você vai fazer com que aconteça, mas a ideia é que haja uma estrutura que eles vão percorrer. Como eu falei, não é que um equilíbrio pra você fazer com que eles fiquem vivos, necessariamente pra você equilibrar o poder do desafio em relação a ele passa bastante por você ter esse equilíbrio de.

De risco e recompensa, que dialoga com essas ideias de flor, com essas ideias de experiência. Ideal de você equilibrar é a percepção de quão fácil está sendo aquela experiência ou de quão frustrante está sendo aquilo. Enfim, a gente tem aí uma estrutura sendo construída. Né? E aí depois que você fez o mapa, os níveis, tudo lá, aí você começa a pensar em quais monstros habitam o local. Então você vai pegar o. Aí os monstros listados No No, No No basic. E vai escolher quais que fazem sentido para o tema, né? É ali.

Você pode até usar as as tabelas de encontro aleatório, caso você queira aleatorizar OA escolha de acordo com o nível para povoar as áreas gerais que você tem ali. Depois você começa a povoar a dânjon, né? Que é o tal do procedural real ali. E que é o é a parte mais é o é o coração ali dessa dessa proposta, né? O livro, ele vai te dar uma, trazer uma tabela de probabilidades, né, que vai determinar o que que tem em cada sala que você desenhou.

Então você vai rolar um dado de 6 faces, né? E vai usar uma tabela ali que vai indicar para você o que tem em cada por cento, né? Você vai rolar um D6 e aí você vai descobrir o conteúdo de cada sala. Sair 1 e 2 tem um monstro, sair 3 armadilha. Sem 4. É especial. Tem ali uma magia, um enigma, alguma coisa bizarro. Saiu 5 e 6. A sala está vazia. E aí vem o quinto passo que você vai colocar os tesouros, né? Então, OBX é desencoraja você não botar Tesouro sem critério lá, né? Então ele coloca para você botar aqui nas salas com um monstro, tem uma chance alta, um 75% de chance de ter Tesouro ali. E aí você vai lá para tabela de.

Tipo de Tesouro do monstro e rola dentro de cada tipo de Tesouro e as salas vazias ou com armadilhas tem uma chance menor, mais ou menos uns 30% quando tem Tesouro ali. Quando tem Tesouro é mais escondido ou protegido ali. E aí? Os toques finais, né? Que é você pegar o mapa e revisar tudo ali, né? Garantir uma certa coerência, né? Por exemplo, é, você tem um dragão numa sala pequenininha, que ele não tem como sair dali. Você você caiu.

No erro, né? É ou será que o que que será que os goblins da sala 2 eles vão comer? Então você de repente começa a pensar um pouco ali, naquela danjam nesse sentido, além de você trazer algumas descrições sensoriais ali, como cheiros, sons e tal. Então acaba sendo 11. Forma muito prática, né? De você construir uma danjam ali de maneira procedural. Só que esse método, né? Ele ele usando esse algoritmo analógico ali. É, ele permite que você crie ambientes desafiadores, né, que são imprevisíveis, focados ali Na Na construção de uma agência, de jogadores que precisam explorar aquilo, né? Gerenciar recursos e tal.

Só que ao mesmo tempo ele fala para você preparar isso. Você fica aqui com com esse procedural, você faz ele enquanto está na sua PrEP, né? A ideia é que você não vai fazer esse esse procedural durante o jogo necessariamente, ainda que você possa, né? E eu já fiz isso. Durante o jogo e por mais que você. Perca um tempo. Ali, às vezes. Rodando um dado ou outro, né? E consultando uma tabela ou outra. É muito interessante também você ir jogando e lidando, né? Com essa criação, com esse espaço criativo aí conforme você vai jogando com jogadores, né?

Ou mesmo usando a postura provocador, como eu falo em ofendas, mas isso é outro papo, um papo pra outro episódio, é? O fato é que quando cai na mesa, né? O que a gente o que os jogadores experienciam é essa estrutura, né? Num nível cognitivo subliminar ali, né? Eles sentem, você joga 12345 × 1 danjon criada dessa forma, você vai acabar sentindo alguns padrões ali, né? Mas fora isso, você vai entendendo que o principal padrão é esse loop, né?

De que você? Está num nível específico, então você tem um acesso específico numa dângel, vai entrar ali, já consegue peitar os desafios e voltar com recompensas maiores, etcetera. E você vai nesse nesse ciclo aí ao longo da dângel e revelando com seu personagem, conseguindo suas as coisas que você quer, o que vai aos poucos, fazendo que você volte pra cidade pra pegar mais recursos, pra guardar seu dinheiro. Para evoluir, pegar magias, estudar magias, et cetera. Então o jogo vai é ganhando horizontalidade nesse ponto, né? É.

E você se prepara para as próximas incursões, o bom, fora isso, a gente tem uma outra, uma outra estrutura que é criada ali, que acontece um pouco em cima da chance de encontro aleatório, que eles costumam prescrever mais ou menos. É uma chance. A cada 2 turnos, você joga um D6 lá para ver se você tira um, ou às vezes 1 e 2. Vai sair 11 encontro aleatório, você joga numa tabela, então a dangeon ela se movimenta, né? Tem até gente que traz esse essa chance de encontro aleatório e é expandindo um pouco mais pro uma dangeon que que toda a rodada ou a cada 2 rodadas ou sei lá, a cada timer, mais ou menos vai se mexer praticamente, né?

Vai acontecer alguma coisa, uma facção em certo lugar é enfim, isso pra dangeon muito vivas, né? Que tão. E tem muito movimento. Faz sentido pra outras dângers como tomba Fours, que é 11 tumba, né? Não, não, não faz tanto sentido assim, enfim, mas isso tudo é o durante o gameplay, né? Durante o gameplay tem essa questão dos níveis e principalmente a coisa dos dos encontros aleatórios que você vai sentir mais na prática mesmo. Mas o fato é que o procê dural costuma ficar na preparação do mestre. E aí me leva pra blame, né?

O blame. Ele, ele é como se fosse uma Dan Jon dessa, só que sendo criada on the Fly, né? Porque tem essa, esses elementos caóticos assim. Então tem até essa parada de que você fala, pô, mas é difícil construir a Dan Jo enquanto joga, né? Porque eu vou jogar numa tabela, vou fazer acontecer aqui, cara. É difícil às vezes resolver as coisas em cima da hora, mas o blem às vezes nem faz tanto sentido na construção arquitetônica dele, porque extravasa a lógica é uma coisa que. É totalitária, ela é opressora.

Ela vai tomando os espaços sem nenhuma, sem nenhuma lógica específica, né? Oo blem. Ele é o equivalente ao algoritmo procedural que a gente tem aí No No DID basic, né, e que tem essa ideia dos builders, né, que são os construtores que vão construindo isso. É como se eles seguissem uma estrutura também, né? É, e aí, devido AA perda dos genes de acesso. A rede pela humanidade, né? Essas máquinas perderam o controle e continuam construindo sem parar, então eles vão expandindo e reformando a cidade eternamente, sem nenhum plano mestre ou nenhum propósito que um ser humano consiga identificar, né? A arquitetura do blemer é é.

Ela é puramente procedural, então é um sistema automatizado, gerando espaços vazios, escadarias que não levam para lugar nenhum. E salas imensas com com base em uma programação corrompida que nunca vai parar de rodar. Então o espaço né que tem ali é muito hostil. Ele é imprevisível e tá constantemente sendo alterado pelos construtores, o que vai anulando qualquer tentativa de criar um mapa definitivo estático daquilo ali. É é definição pura, de um ambiente torcedor ao dinâmico, que e é responsivo então a todo, a todo momento ali, dinâmico.

Em evolução, né? Então é como se a gente pegasse uma tabela dessa EE, usasse uma tabela dessas do bichis durante o jogo o tempo todo, né? E o mapa também. A gente de repente criasse um torcedor, algo em cima do mapa também, né? Agora o caminho vai dobrar, agora o caminho vai girar, aí às vezes esses caminhos não fariam sentido também, né? O que é muito doido pensar que que pode acontecer de alguma forma um jogo assim. E enquanto o daid clássico ele evoca o imaginário de cavernas, EE Torres e pedras úmidas moldadas por ferramentas medievais, né, o blem, ele substitui isso aí esteticamente por concreto, uma coisa meio brutalista, né?

Cerâmica tecnológica, cabos de dados, né? Tipo, a gente vai vendo essas relações que a gente pode fazer e o sentimento de opressão é igual, né? É Oo espaço. Te oprimindo, né? Só que é isso, né? Reduzindo, né? O indivíduo a sua insignificância diante de uma estrutura monumental que vai crescendo sozinha e que, no caso de uma dange, você não sabe qual é o escopo, você não sabe se tá numa mega dângeo ou tá numa uma dangeo de 3 salas, né?

Você vai com você, vai entendendo, você vai tateando aquele mistério. Então tem muito diálogo aí, né? O blame dialoga muito com uma dangeo, um procedural reativa. É como se OBX é ele fosse feito durante, né Oo jogo e expandido de maneira responsiva durante o jogo. Tá aí uma provocação pra vocês, eu quero jogar isso. Mais de 1000 episódios na primeira temporada, um podcast premiado por suas reflexões sobre o jogo, entrevistas e convidados. Em uma nova temporada com muito ao oferecer a comunidade do RPG aventureiros numa busca por mais episódios na semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram, participar de sorteios e enriquecer seu jogo.

Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados. Apoia.se barra, café com Dancing, contamos com você. Mas aí isso me leva pra curiolis, né, é? Acho que me conhece. Sabe que eu tô numa fase bx, né? Tenho passado aí anos e anos pesquisando as dinâmicas do bx, então meu lugar de conforto para pensar esse tipo de coisa, por mais paradoxar o que possa parecer, é o bx, mas o Coriolis. Ele tem muitas coisas interessantes aqui, então eu repito o Coriolis. O Coriolis está chegando pela triditora. Agora então você tem ainda aí alguns dias pra poder apoiar, vale muito a pena, tá agora em em maio né, de 2026 chegando, então você tá ouvindo aí é por agora, aproveita, tá? É um livraço, a gente sabe o que AA qualidade do material que a tria traz, então assim, graficamente é foda, design foda e muitas ideias interessantes ali, né? Dentro do.

Do yers yer wending, quem curte pode ir EE feroz, né? Ele é ele dá uma simplificada em muitas coisas interessantes, o combate simplifica também, mas não perde a possibilidade de manobras construída ali. É, enfim, tem muitas coisas interessantes, tem facções e tudo mais, tem mapas interessantes. Tem essa possibilidade de de spacefering, né, de você explorar o espaço. EE descobrir lugares novos pra você poder incursionar, né? Que é muito interessante também. Você vai fazendo tudo probeing, né? Você vai mandando sondas pra explorar e tal. É muito interessante.

Então ainda vai enfrentar mácula aí na busca por Esperança, né? A partir da de descobertas dos artefatos dos antigos que ocupavam esses espaços desconhecidos aí. Então tá aí. Vá lá em catarse ponto emer barra corioles e já participa pra trazer esse essa pedrada pro Brasil já tá batido, já é o sa fi de maior sucesso, né, no mundo dos RPG nacionais. Aí então vai com fé, porque o material tá muito bom e agora é socorrer pro abraço, né?

Então então vai lá. Voltando aqui, eu queria falar particularmente das das incursões em corioles. Né? O curiosis ele. Ele tem aí esse subtítulo de o Horizonte perdido, né? E é justamente porque Oo jogo é você envolto em mistérios, né? À espera de serem revelados. Então você tem ruínas ancestrais, relíquias perdidas, câmeras esquecidas enterradas sobre sobre camadas de tempo e decadência. E quem for? Corajoso, bastante para mergulhar no desconhecido, tem? É, tem o poder de obter recompensas imensas ali, mas também com grandes riscos, né?

É cada incursão que você faz. É um teste de habilidade, é uma resistência é que você tem que ter, é uma coragem que você tem que ter ali, que você tá botando a prova, porque a exploração, ela nunca vai estar isenta de perigos o tempo todo. Você vai sentir perigo acontecendo quando você estiver jogando. Por quê? Porque proceduralmente, ele garante isso. Então, durante uma incursão, os os exploradores, eles precisam superar a mácula, né? Que que são, que também é um mistério por si só, né? Tem, junto com as criaturas, que são também bizarras e tal, a própria mácula ali é uma é uma decadência, né, que vai tomando conta de você, EE, eliminando seu âmago ali. E conforme os exploradores vão descendo pra esses mundos ocultos, né?

Eles vão confrontando segredos há muito tempo perdidos, né? Várias ameaças mortais é perceção cada vez mais clara de que quanto mais fundo eles forem, mais estranho e perigoso esse Horizonte perdido vai se tornar, vai se tornando e mais carregado de mácula, né? Então, uma incursão é uma descida perigosa pelas áreas subterrâneas onde as ruínas dos construtores estão localizadas. Eles geralmente alcançam centenas de metros abaixo da superfície.

E cada incursão tem diversas localizações a serem encontradas e exploradas, que são pontos de interesse. O termo incursão, inclusive, né? Se refere ao ato de explorar fundo nesse subsolo pra poder encontrar essas relíquias, né? E essas que estão nessas zonas especiais aí, caras de de maneira geral, você começa, né? A incursão curioses com o mapa completo, né, O Mestre. Ou ele pode ir improvisando também, o que eu acho muito interessante agora que eu estou viajando nessa Dungeon blemb, né?

Isso tudo que você puder fazer em cima da hora vai vai acabar levando pra esse lado do blemb, dessa opressão do algoritmo, né? Que vai construindo ali 11 procedural, então você pode improvisar, né? Com com as localizações marcadas e tal no mapa. O grupo, né? Se ele quiser, ele pode começar a usar um scanner de profundidade. É altamente recomendável porque você passa a ter penalidade se você não consegue escanear os ambientes, né? EE, aí eles vão pegando um mapa provisório, né? Só que esse mapa provisório, ele ele nunca vai ser coberto 100% com esses scaning, com esses scaning, né? Você vai é entendendo que tem espaços ali a serem preenchidos, você vai ter que descobrir de toda forma. E quanto mais fundo, mais perigoso que nem dos níveis lá do DED.

Clássico, né? É. E quanto mais fundo, mais mácula. E ali você vai ter salpicados ali alguns núcleos de mácula, que é o lugar onde a mácula é pesadíssima, né? Praticamente Chernobyl ali e lugares onde você tem oásis imaculados, que é ótimo para você fazer portos seguros ali, dar uma respirada e continuar a tua exploração. É Oo Delve dele, né? O dangeon Delve do curioli é que nenhum time de clássicos DED, né? Só que cada um com papéis específicos ali, então você tem 4 ou 5 papéis, né? Inclusive você pode ser incursor, que é o cara que vai se metendo ali na frente, o batedor que é quem vai fazer a varredura, né?

Com, com, com, enfim, com com os scanners, pode ser o escavador, é o cara que vai cavar mesmo, vai. Quebrar bloqueios e tem muito disso, né? Vai liberar espaços, vai tentar construir cavaba. É uma, é uma é uma coisa, bem é, enfim, bem de engenharia, sabe? E, por fim? O arqueólogo que é quem tem quem, quem pode resgatar essas relíquias aí e analisar Oo contexto, né? Histórico? Histórico não, né? Mas o contexto aí, dessas, desses pontos de interesse, dos caminhos que fazem.

É a guilda dos exploradores, que normalmente é quem organiza essas incursões. Elas recomendam que seja um grupo entre 4 e 5 pessoas, né? Vem descendo lá menos do que 4 você fica com déficit funcional e mais do que 5, você fica com déficit de recursos, né, porque inclusive os recursos são muito importantes, né? Você tem pontos de suprimento, então, e alguém tem que carregar esses suprimentos. Isso faz diferença no jogo, né? Então é uma parte.

É uma parte que é bastante ilidida. Você não vai contar ração por ração, mas você tem os pontos de suprimento que representam bastante. É Oo gasto de tudo que que que seja, coisa que se leva para gastar no caminho, desde recursos de iluminação, até com bateria, né? Até comida, etcetera. E também, né? É, você vai perdendo ali os pontos de de suprimento conforme você vai brigando, conforme você vai gastando munição, conforme você vai fazendo equipamento.

Então é um gasto bem pronunciado, né? OOA ideia do jogo é que você vá passar uns perrengues em relação a isso mesmo. E tem essa questão do mappen, né? Vou votar um pouco nela de que é, os scanners são muito importantes, então tem um tem um jogador que vai ficar, é incumbido disso, de fazer o scaning do ambiente, né? E conforme você conhece um pouco a frente o ambiente e você vai eliminando dificuldades de navegação sem eliminar. No entanto, uma parte importante aqui, que é a descoberta do que vem pela frente, é você descobrir esses pontos de interesse.

Onde quem quem lembra do for beden lands aí sabe, né? O jogo rodava muito de ponto de interesse em ponto de interesse, né? Então é onde acontece uma aventura, né? Mas. Mais clara, então o jogo ele aqui diferente do e bom, né? Diferente do forb in, ele nem se pretende fazer um Rex krall, ele já coloca aqui que vocês vão é andar de de ponto de interesse em ponto de interesse onde vai acontecer a aventura. Porém, né, você pode não chegar no ponto de interesse em determinada rodada de jogo e aí isso vai fazer com que você enfrente problemas, né? Que é como se fosse uma falha.

Ali na No No for a binelands que você acaba encontrando um conto aleatório, né? Mas o fato é que, em certos momentos. O os. Scans podem falhar, então tem um apagão ali, você vai ter que vai ter que tomar decisões interessantes ali também. Outra coisa interessante é que todo mundo tem um pássaro, né? O cada cada grupo tem um pássaro ali, que é uma coisa meio, é um companheiro, um familiar, uma coisa meio espiritual. A magia acontece meio AA partir dele, assim ele olha pelo grupo.

E ele ajuda a escanear. Só que ele escaneia a mácula em si, né? Que que inclusive é é uma é uma força que atrapalha o scaning normal. Então também tem essa, essa brincadeira aí com com o scaning do do, do aspecto físico ali também o scaning desses desses ambientes de mácula. E fora isso, o grupo pode andar com trajes ali que impedem, né, você de perder âmago com mácula, né? E aí você vai fazendo teste, né? Porque se você tem é sendo que você entra em contato com a macro, você faz teste. Mas se você tiver armadura, você se reduz a chance, né? De perder esse âmago com mácula.

E aí a gente cai no procedimento de incursão mesmo propriamente dito do Coriolis, né? Você vai fazer um teste de incursão, né? Ou com o incursor. E se você tiver um equipamento bom pra fazer esse tipo de probe, esse tipo de exploração, você ganha 11 bônus do equipamento que você tá usando e tal. Cada sucesso que você tira, que é 16 no dado, você progride pra outra zona, né? E você desconta um ponto de suprimento. Tem marcado normalmente essas zonas aí de do quanto o bicho tá pegando em relação à mácula, né?

E se o teu movimento acabar? E o grupo chegar numa localização, a gente dá um zoom ali e faz o gameplay dentro daquela localização específica ali, né? É se não levar, se você não chegar numa localização específica, acontece um perigo se você falhar, né? No teste, porque isso não é falha, é só se você não chegar num numa localização. Mas se o teste falhar por outro lado, né, ainda assim você vai avançar o mínimo, que é uma zona, mas aí você gasta 2 suprimentos, então você está sempre se movendo e quando saiu um perigo, né?

Porque você não chegou numa numa zona ali, numa numa localização específica, né, que é um ponto de aventura. Aí quer dizer que rolou um perigo? Então O Mestre vai vai sortear pra ver qual foi o perigo. Nesse sorteio ele faz isso e o resultado na tabela vai trazer qual foi o perigo, de acordo com. O papel de um de algum dos personagens. Então, por exemplo, se ele rolar 3 e 4 nos D6 vai sair ruídos de trituração. Então o guarda tem que testar lógica e se ele falhar, ele perde um ponto de suprimento.

O grupo, né? É. Ou. Por exemplo, se você rolar 55, sai esporos luminescentes, então um arqueólogo. Faz um teste de discernimento, senão ele perde um de mácula e fica abalado. E aí tem várias possibilidades. Ali pode sair uma ruptura dimensional, uma inversão gravitacional. São coisas muito interessantes que podem acontecer aí que estão uma certa cor. E também traz um desafio, né? É, e quando você retorna para um caminho que você já passou, aí você não precisa fazer rolagem nenhuma. Então você você está fora de perigo, é bom. Aí, né, eu, eu fiquei.

Muito curioso, né? De pegar o curiólis pra dar uma, pra dar uma experimentada nele não, porque assim eu não não, não curto muito esse lance por ser dural, né? É, eu tenho experimentado justamente o oposto disso, com DDBX, com o tipo de dângeo que eu tenho pesquisado. Eu tenho feito uma dângeo que a gente vai criando na base da provocação, né? É, eu já experimentei bastante com dângeo. É preparada, mas eu tô forçando a barra aqui, tô tô fazendo experimentações com dângeos que eu não preparo, né? Então as últimas dângeos que eu joguei eu não preparei nada assim.

Tô indo pra tentar entender, né? O é como construir on the Fly, né? Aqui a gente tá dando essa esse ferramental dentro do estilo love fenters. Então a minha busca não tem nada a ver com com o procedural dessa maneira, né? Por outro lado, eu acho interessante o procedural, como ele leva a gente a improvisar. Mas também como ele leva a gente a trazer significado para as coisas, né? Porque porque OOA incursão no curiosis, ela é ultrapossidural, né?

É, a exploração reside em você achar esses pontos de interesse e mesmo esses pontos de interesse você pode resolver com testes. Então você é é você vai correr perigos ali que prometem ser. Interessante, mas perigosos e tal nesses locais de interesse. E também você vai ficar afeito a certos perigos que vão vir pra cima de você, caso você não chegue num ponto de interesse. É a cada rodada que você fez o teste lá pra ver quanto você vai andar.

E nesse ponto o jogo poderia se jogar sozinho, tá? É ele, não. Precisa do ser humano, assim como o bleme, a cidade do bleme, lá aquela aquela loucura do bleme, não precisa do ser humano. Esse procedor o corais não precisa. É sentimento que eu tenho é que se você deixar ali 11, sei lá, 11 programa ali rodando e jogando os dados, o jogo vai dar indicativos ali interessante de como AO jogo andou, né? Então ele lide bastante a ficção nesse ponto, porém, me parece que ele se preocupa em representar bastante, né?

Por quê? Porque nesse procedor oral você vai sentir a opressão. Você vai sentir a mácula, você vai sentir a gestão de recursos, e nisso tem, tem. Eu não vou dizer decisões exatamente porque você perde os recursos também de maneira por ser dural, mas ele traz isso, né? Ele, ele faz acontecer, ele faz que existam esses momentos, né? E acho que o sentido disso é que a gente vai acabar dando sentido pra exploração. Tá mais no como a gente vai descrever como aconteceu.

Tá mais no como a gente vai interagir depois que acontece aquilo. Tá em como a gente vai entender do porquê e de como que aconteceram essas coisas, né? É de de como a gente vai tentando dar um sentido, né? Pra exploração e pra opressão que existe nessa imensidão. EEE no e no sentimento, né? É desolador da gente entendendo que não tem o motivo exatamente. Então a gente vai ali de de acampamento de Porto Seguro, em Porto Seguro, respirando fundo, aproveitando, para dar uma descansada, se vendo livre da opressão daquela daquela daquele procedural ali, né?

EE se perguntando o que que os antigos arquitetos deixaram lá para gente, né? Então, mais do que uma arqueologia aqui, né? A gente é. A gente, a gente está muito atrás. De o que pode aplacar a solidão e dar uma Esperança pra gente em curioses, né? O que vai dar uma Esperança do tipo voltamos com isso aqui e agora a gente vai superar todas as picuinhas da da nave cidade lá e finalmente. É, sei lá, se religar com o com com com a civilização, é sei lá qual qual seria o ideal, né? Oo cenário ideal.

Mas sair daquela perdição, né? Sair daquela daquele daquele isolamento que que o pessoal de curioses vive. E se perguntar, será que foi uma arquitetura que saiu de controle? Quem eram os os os arquitetos? Antigos, por que que eles deixaram isso? Será que era 11 procedoral que perdeu, que saiu de controle? Perdeu a razão hoje? Mas será que já teve uma razão antes? Essa imensidão inalcançável que talvez a gente nunca saiba o motivo de existir ali, né?

Que nem eu, quando eu era criança, ali, enfrentando os terrores das dângeos, procedurais ali que é o jogo que eu jogava e vendo o que que vinha pela frente, né? Mas me divertindo muito com o mistério que aquilo representava. Então, se você quiser jogar um blame, aproveita o. Procedural aí do curiolis. Pode ser uma boa, você vai jogar um procedural que vai representar muito bem a opressão, mas é aquilo. Tenta fazer com que você tenha que improvisar na hora que você tem que ter um recorte um pouco mais agudo.

Tenta deixar de lado o aspeto PrEP e joga o aspecto em cima da hora. Vê como é que você constrói isso junto com eles em cima da hora, vê como é que você constrói a sua pressão junto com eles ali, botando a dângel na hora, deixando ela reagir a eles, deixando ela tentar expulsar eles, como acontece em blame. Então é isso, pessoal. Esse foi o episódio de hoje, né? Eu vou vou deixar uma pergunta pra vocês da enquete aqui, vocês já conheciam curiolis ou não, né? E vou.

Vou deixar uma pergunta também para você responder de maneira mais ampla. Aí, você gosta de dângeo mais ou menos procedurais? Conta aí. Para mim é, tem gente que não se importa tanto com uma dângeo tão mecanizada, tão proceduralizada. E tem gente que sabe tirar proveito disso. Então eu quero ouvir de você. Wordpress do café com. Dângeo com post novo, você já viu lá? É, tá atualizado. A gente trouxe um post aí muito interessante que é o jogo acontece antes, durante ou depois da rolagem.

É um artigo de vagações sobre sistemas de resolução do j face games e o grilo. Denis de grilo traduziu e botou lá no blog, cara, é muito legal. Você rola o dado e descreve o jogo tá ali. Ou você descreve antes e rola o dado ou você. É, você faz as 2 coisas juntas ali. Essa é a discussão do post. Chega lá, o link tá no digitivo do episódio, vai lá no wordpress do café com danjo e tá muito maneira de acompanhar, então dá uma checada. Deixar os links aí no descritivo do. Episódio o link os links do anúncio, né? Então deixar o link pro curiolis pra você participar. Do financiamento coletivo, deixar o link pra pro blog do café com dângel é e pro Instagram do café com dângel também.

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Imenso agradecimento aos membros do café com balbi. No caso aqui meu grande amigo Thiago Augusto abração, cara, é isso. Até a próxima.

Transcript supplied by the publisher with the episode.

Podcast

Café com Dungeon

Rafael Balbi · Leisure & Travel · Portuguese

Segunda fase do premiado podcast Café com Dungeon, na sua manhã com muito RPG! Reflexões, game design, análises, entrevistas com autores e pessoas com algo a dizer sobre o hobby.

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